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Ranking do Boi China a prazo: 11 estados, 11 realidades

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O preço do boi China a prazo varia até R$ 41/@ entre os estados. Confira onde vale mais a pena negociar e maximize seus lucros.

Para Quem Tem Pressa

O Boi China a prazo alcançou R$ 301/@ no Paraná, o maior valor entre os 11 estados analisados. A diferença de preços entre as praças chega a R$ 41/@. Se você quer saber onde vender melhor e otimizar sua margem, este ranking é leitura obrigatória. Comparações, tendências e análises rápidas — tudo a seguir.


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Onde o Boi China vale mais em julho de 2025?

A cotação do Boi China a prazo voltou ao radar dos pecuaristas e exportadores em julho. O motivo? A oscilação significativa entre as principais praças produtoras. Segundo dados da Scott Consultoria, os valores brutos por arroba variam entre R$ 260,00 e R$ 301,00, uma diferença de mais de 15%.

UFPreço Bruto (R$/@)Preço Livre de Impostos (R$/@)
São Paulo300,00295,50
Minas Gerais (exceto Sul)285,00280,50
Mato Grosso300,00295,50
Mato Grosso do Sul300,00295,50
Goiás285,00280,50
Pará – Paragominas295,00290,50
Pará – Redenção e Marabá283,00279,00
Rondônia260,00256,00
Espírito Santo275,00271,00
Tocantins280,00276,00
Paraná301,00296,50

Top 5 estados com melhor preço bruto

Confira as cinco melhores praças para comercializar o Boi China:

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EstadoPreço Bruto (R$/@)
Paraná301,00
São Paulo300,00
Mato Grosso300,00
Mato Grosso do Sul300,00
Pará – Paragominas295,00

Esses estados lideram em valor bruto, mas é essencial considerar o preço livre de impostos para decisões estratégicas.


Estados com menor remuneração

Na outra ponta, os valores mais baixos foram registrados em:

EstadoPreço Bruto (R$/@)
Rondônia260,00
Pará – Redenção e Marabá283,00
Espírito Santo275,00

Se você está nessas regiões, talvez seja hora de renegociar fretes ou explorar logística reversa para mercados com melhor remuneração.


Por que o preço varia tanto?

As diferenças de preço do Boi China a prazo se explicam por fatores como:

  • Custo logístico até frigoríficos habilitados
  • Qualidade e padrão dos lotes
  • Oferta regional
  • Demanda de exportação ativa (principalmente da China)

Além disso, políticas fiscais estaduais e isenções de ICMS afetam diretamente o preço líquido, alterando a rentabilidade real do produtor.


Preço líquido: o que sobra no bolso?

Mais do que olhar o preço cheio, é essencial analisar o preço livre de impostos. Veja os destaques:

  • Paraná: R$ 296,50/@
  • São Paulo / Mato Grosso / MS: R$ 295,50/@
  • Rondônia: R$ 256,00/@

Mesmo com preços brutos parecidos, o rendimento final muda bastante, e pode ser o divisor de águas no seu planejamento financeiro.


Atenção ao ICMS e vantagens fiscais

Estados com menor incidência de impostos garantem um valor mais competitivo por arroba. Por isso, o preço livre de impostos é referência mais fiel para comparar rentabilidade entre regiões.


Conclusão: Estratégia é mais que preço bruto

A análise dos preços do Boi China a prazo revela um ponto central: não basta olhar apenas o valor bruto da arroba. Embora estados como Paraná, São Paulo e Mato Grosso liderem nos preços nominais (R$ 300,00 a R$ 301,00/@), o que realmente impacta o bolso do produtor é o preço livre de impostos, que varia até R$ 40,50/@ entre as regiões.

Por exemplo, Rondônia tem um dos menores valores líquidos (R$ 256,00/@), enquanto o Paraná atinge R$ 296,50/@ — uma diferença de mais de 15% de rentabilidade por animal, o que pode representar milhares de reais a mais (ou a menos) em um lote de engorda.

Além disso, fatores como logística, incentivos fiscais estaduais, habilitação de frigoríficos para exportação e oferta regional impactam diretamente essas variações. Para o pecuarista ou analista que deseja maximizar margens, a escolha da praça de comercialização precisa ser estratégica e orientada por dados.

Portanto, em tempos de margens apertadas e volatilidade do mercado externo, vender melhor é mais inteligente do que vender mais. E isso começa com a leitura correta de tabelas como essa — onde a informação vira lucro.

Fonte: CEPEA, IMEA, diversos sites especializados, além de informações levantadas diretamente com fazendas, veterinários e zootecnistas atuantes no mercado pecuário. Imagem principal: Depositphotos.


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