Imagens criadas com IA ou Freepik
A rega é um dos fatores mais determinantes para a saúde da verbena. Essa planta não tolera solo encharcado, mas também não pode ser deixada totalmente seca por longos períodos.
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Quando a verbena é cultivada em vaso, a drenagem adequada é ainda mais importante, pois o acúmulo de água no fundo pode levar ao apodrecimento das raízes. Já no canteiro, é preciso observar a textura do solo e adaptá-lo para favorecer a aeração.
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O melhor momento para regar a verbena é sempre nas primeiras horas da manhã, entre 6h e 9h. Esse horário permite que a água seja absorvida com eficiência antes do calor mais intenso do dia, reduzindo o risco de evaporação rápida.
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Regar no início do dia também evita que a umidade fique acumulada nas folhas durante a noite, o que poderia favorecer o surgimento de fungos e doenças.
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Caso não seja possível regar pela manhã, uma segunda opção aceitável é no final da tarde, após as 17h, desde que a planta ainda tenha tempo para secar antes da noite cair.
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Evite ao máximo regar durante o período mais quente do dia, entre 10h e 16h. Além de desperdiçar água pela evaporação, o contraste térmico pode causar choques térmicos nas folhas e flores da verbena.
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A frequência de rega vai depender das condições climáticas e do tipo de solo. Em períodos mais quentes e secos, a verbena pode precisar de regas diárias. Já no inverno ou em regiões mais úmidas, regar duas ou três vezes por semana pode ser suficiente.
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Uma dica prática é verificar o solo com o dedo: se os dois centímetros superiores estiverem secos, é hora de regar. Em vasos, observe também se a terra está se soltando das bordas, o que indica baixa umidade.
Imagem: Banco de imagens Freepik