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O lagarto teiú é um réptil brasileiro que impressiona por sua capacidade de renovação: ele troca de pele com uma frequência muito maior que a maioria dos animais.
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Filhotes de teiú chegam a trocar de pele a cada duas semanas, especialmente durante o crescimento acelerado de seus primeiros anos de vida.
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Esse processo, chamado de ecdise, permite que o corpo do teiú cresça e se livre de pele velha, parasitas, sujeiras e microrganismos.
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Antes da troca, a pele do teiú fica opaca e ele se torna mais recluso, esfregando o corpo em troncos e pedras para ajudar na remoção da epiderme.
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Diferente das cobras, o teiú não perde a pele de uma só vez: ela se solta em pedaços ao longo de vários dias, em um verdadeiro ritual natural.
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Durante esse período, ele come menos e se comporta de forma mais defensiva — a nova pele é sensível e precisa de tempo para se ajustar.
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Mais do que um processo fisiológico, a troca de pele no teiú simboliza renovação. Em culturas indígenas, é sinal de resistência e transformação.
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Preservar o teiú é garantir que esse ciclo natural continue. Ele é peça-chave no equilíbrio do nosso ecossistema — e um exemplo vivo de adaptação.
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