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Novas tecnologias ampliam a segurança dos veículos

Testes mostram que sistemas de segurança são melhores, garantindo a modelos Ford, por exemplo, nota máxima nesse quesito.

 

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Barras de aço de alta e altíssima resistência, materiais plásticos com deformação programática, airbags, sistemas de freio antitravamento e outras tecnologias. Hoje, o mercado automotivo apresenta nível elevado de sofisticação quando o assunto é a segurança de motoristas e passageiros.

 

Modelos Ford, por exemplo, receberam 5 estrelas em testes do Latin NCap, um instituto independente de segurança veicular e que avalia carros em todas as partes do mundo. O Ecosport foi o primeiro fabricado no Brasil a conquistar a nota máxima, na sequência veio o novo Focus.

 

Esses modelos possuem frentes projetadas e produzidas com materiais específicos para minimizar impactos. A primeira camada é o plástico, depois vem o alumínio e, mesmo o aço do capô, contém pontos de deformação que ajudam a transformar a frente do carro em uma espécie de sanfona que vai fechando de acordo com a colisão.

 

Portanto, é proposital que em uma pancada forte a frente do carro se desmonte quase que por inteira. Isso acontece porque não basta que exista só aço de alta resistência; é necessário fazer com que seja levado menos energia possível para dentro do veículo.

 

Existe ainda uma deformação programática da carroceria mesmo com aço de altíssima resistência, aliado à redução do peso do carro e economia de combustível. A distribuição das barras de aço pela carroceria se completam à segurança interna com airbags, por exemplo, cintos de segurança para crianças e adultos e, para os menores, um sistema de fixação de cadeirinhas chamado Isofix, que permite a instalação do equipamento com maior firmeza na base do automóvel.

 

Como são os testes

Os testes do Latin NCap são realizados na Europa com o uso de bonecos (dummies) representado adultos, nos bancos da frente, e crianças, nos de trás. As colisões frontais, a 64 km/h, são as chamadas parciais, que simulam a batida em que apenas 40% frente do carro é envolvida, o que é comum em acidentes entre veículos que trafegam em mãos opostas ou quando um carro atinge uma árvore ou poste, por exemplo.

 

Alejandro Furas, director técnico do Global NCap, afirmou que o maior número de notas altas nos modelos é um “conforto” para a instituição porque resulta em aumento para a segurança dos condutores. O Latin NCap realiza testes com carros do mercado latino-americano desde 2010.

 

Fonte: G1.

Lucas

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