A redução na oferta de laranja registrada na safra 2016/2017, encerrada em 245,31 milhões de caixas de 40.8kg, 18,6% menor que o ano anterior segundo os dados do Fundecitrus, teve impacto negativo nos embarques brasileiros de suco de laranja. De acordo com os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), as exportações brasileiras de suco de laranja concentrado equivalente a 66º Brix (FCOJ Equivalente) somaram 894.669 toneladas no acumulado da safra 2016/2017, uma redução de 17% ante o volume de 1.080.938 toneladas registrado na safra 2015/2016. Em relação a receita os embarques acumularam queda de 7%, com um total de US$ 1,621 bilhão.
A União Europeia, maior mercado do suco de laranja brasileiro com 66.7% de participação, mostrou a queda mais aguda, com retração de 23%. Os volumes somaram 579.556 toneladas. Em receita a queda foi de 14%, com um total de US$ 1,05 bilhão, ante os US$ 1,20 bilhão registrados na safra 2015/2016.
Nos Estados Unidos o recuo foi de 13%, encerrando o período com um total de 172.777 toneladas. A boa notícia é que, apesar da redução nos volumes, a receita registrou crescimento de 4% e fechou em US$ 317,5 milhões.
Para o Japão, o volume embarcado fechou o período com uma queda de 9%, somando 40.996 toneladas. A receita foi de US$ 69,5 milhões, recuo de 2%. Já na China os volumes registraram alta de 8%, com 29.549 toneladas. A receita avançou 14%, com faturamento de US$ 54,9 milhões.
Ao se comparar a safra 2016/2017 com a 2006/2007, a queda é de 34% no período. A retração já era esperada, visto que na safra 2016/17, conforme anunciado anteriormente, as empresas associadas à CitrusBR processaram um total de 185,5 milhões de caixas de 40,8 quilo, volume 22% menor em relação as 240,4 milhões de caixas processadas na safra anterior. Dessa forma, com um rendimento industrial de de 286 caixas para a produção de uma tonelada de FCOJ equivalente a 66º brix, a produção de suco foi de apenas 648 mil toneladas, 18,4% inferior à safra anterior.
Fonte: Citrus BR.
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