Alta forte nos preços da carne bovina. No acumulado dos últimos sete dias a valorização foi de 2,25%, puxada pelos cortes de traseiro, que subiram 2,86%, o primeiro comportamento, em dois meses, que se alinha ao sazonal de final de ano.
O retrato deste último acompanhamento divulgado é de mercado terminando o ano com preços nominais abaixo do registrado doze meses atrás.
Isso indica indústrias “fechando” 2016 com perdas reais de receita, apesar de terem conseguido, nesta última semana, atingir a maior margem de comercialização do ano, 26,18%, graças a uma combinação de queda para os preços da arroba do boi gordo e de alta da carne, já que os estoques enxugaram.
Algo extremamente relevante para um elo que viu seus resultados atingirem, no começo do segundo semestre, um dos piores patamares históricos.
A expectativa fica quanto à primeira semana de janeiro. Teremos população pagando impostos e as dívidas eventualmente contraídas no final de ano, associando a um cenário econômico a ser descoberto, o que não deve favorecer o poder de compra da população.
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