Produção de pintos de corte de junho passado continuou negativa em relação ao mesmo mês de 2016.
Os últimos números da APINCO dão conta de que, embora superior à dos três meses anteriores, a produção de pintos de corte de junho passado continuou negativa em relação ao mesmo mês de 2016, fato que se repetiu em 11 dos últimos 12 meses. Em junho foram produzidos 526,3 milhões de pintos de corte, 4,50% a menos que um ano antes.
Com esse resultado, o primeiro semestre de 2017 foi encerrado com uma produção total pouco superior a 3,1 bilhões de cabeças, volume que corresponde a uma redução de 5,74% sobre idêntico período de 2016. O índice de redução no acumulado dos últimos 12 meses não é muito diferente, pois o total produzido entre julho de 2016 e junho de 2017 – pouco mais de 6,261 bilhões de cabeças – ficou 5,52% abaixo do computado em idêntico período anterior.
Uma retrospectiva da produção do setor aponta que reduções semestrais como a ocorrida neste ano são fatos raros no setor. Por exemplo, nos últimos 25 anos (1993/2017) isso ocorreu em apenas seis ocasiões. Mas nunca no nível registrado em 2017, próximo de 6%.
Até agora, o maior nível de queda observado em um primeiro semestre comparativamente ao mesmo período do ano anterior havia sido observado em 2006 quando – como efeito, ainda, da crise de Influenza Aviária ocorrida em 2005 em boa parte do Hemisfério Norte – o volume de pintos de corte do primeiro semestre acusou recuo anual de 2,41%.
No ano passado, mesmo com a forte crise no abastecimento de matérias-primas e a explosão dos custos de produção, a produção dos primeiros seis meses aumentou 3,81%, só registrando redução no segundo semestre. Ou seja: o recuo atual é o mais grave de todos os tempos.
FONTE: AVISITE.
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