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Colheita do algodão safra entra na reta final em MS

Bandeirantes e São Gabriel do Oeste já concluíram a colheita. Produtores se preocupam também com redução da população do bicudo.

 

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A colheita do algodão safra entrou na reta final em Mato Grosso do Sul, conforme relatório da Associação Sul-Mato-Grossense dos Produtores de Algodão (Ampasul) divulgado nesta quarta-feira (27).

 

Segundo a entidade, na região de Chapadão do Sul, 90% das áreas cultivadas com algodão safra já foram colhidas. A média de produção obtida até o momento é de 305 arrobas por hectare de algodão em caroço e a projeção é que até o fim de agosto o trabalho seja encerrado.

 

Na região, a Ampasul destaca que alguns produtores enfrentaram alguns imprevistos nos últimos dias, como alta quantidade de rebrota em alguns talhões, em razão do grande volume de chuvas, o que interfere diretamente na qualidade e classificação da pluma.

 

Já na região de Costa Rica e Alcinópolis, 60% das propriedades finalizaram a colheita do algodão safra. A média de produtividade do núcleo até o momento é de 310 arrobas por hectare de algodão em caroço.

 

Por outro lado, no centro-sul do estado dois municípios, Bandeirantes e São Gabriel do Oeste, concluíram a colheita do algodão safra. A média ficou em torno das 270 arrobas por hectare e foi considerada não satisfatória pelos produtores, já que antes das chuvas que ocorreram no início de agosto, as médias estavam acima das 300 arrobas por hectare.

 

De acordo com a Ampasul, nos locais onde a colheita já foi realizada, os produtores estão adotando algumas estratégias para reduzir a população do bicudo, uma das principais pragas da cultura, visando a safra 2014/2015.

 

Uma dessas medidas é a aplicação de inseticidas no momento da desfolha e na destruição química da soqueira do algodão. Outra iniciativa é a instalação de armadilhas experimentais que atraem e prendem o inseto.

 

A Ampasul aponta que além destas medidas é fundamental tentar eliminar ou ao menos diminuir o número de plantas que germinam voluntariamente nas margens das rodovias, a partir dos caroços que caem dos caminhões no transporte do algodão das lavouras até as algodoeiras.

 

Fonte: Agrodebate.

Equipe Agron

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