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Debates para combater o bicudo no algodão

Sorriso e Lucas do Rio Verde (MT) debatem controle do bicudo.

Especialista e produtores discutirão controle de praga do algodão.

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Outros três municípios já sediaram rodada técnica no estado.

 

Uma nova rodada de discussões sobre o combate ao bicudo-do-algodoeiro será realizada nos municípios produtores da cultura em Mato Grosso. Desta vez, chegará a Sorriso e Lucas do Rio Verde, distantes 420 e 360 quilômetros da capital Cuiabá.

 

As exposições serão conduzidas pelo pesquisador aposentado do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), Walter Jorge dos Santos. A série de encontros começou na última semana, realizada pela Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa) e o Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt).

 

Em Sorriso, nesta quinta-feira (7), a reunião com Walter Jorge acontecerá no Hotel Odara. Um dia após, será a vez de Lucas do Rio Verde, a partir de 9h, no mesmo hotel. Entre os assuntos a serem discutidos estão as medidas emergenciais de controle da praga e ações a serem realizadas no final da safra 2013/14 e na entressafra para combater o bicudo, confirmou nesta terça-feira (5) a Ampa.

 

Em Mato Grosso o pesquisador já passou por Rondonópolis, Campo Verde e Primavera do Leste na semana passada.

 

A forte pressão do bicudo em lavouras do estado tem obrigado o cotonicultor a aumentar o número de aplicações, elevando seus custos de produção e colocando em risco a continuidade de seu negócio, aponta a Ampa Mato Grosso. O estado responde por aproximadamente 50% da produção brasileira e das exportações de algodão em pluma.

 

Na avaliação do pesquisador convidado, o Brasil não tem condições hoje de erradicar a praga como os EUA por razões climáticas e também devido a características do sistema produtivo adotado neste país.

 

“Mas temos tecnologia para reduzir a população de bicudo a um nível que não cause prejuízo à cultura. Não é um trabalho simples, mas o produtor precisa vencer o bicudo realizando da forma mais perfeita possível as ações de final de safra e de entressafra, entre elas, a destruição dos restos culturais”, conclui o especialista.

 

Fonte: G1 MT.

Equipe Agron

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