Montado em seu carrão reluzente, o sujeito viajava pelo interior quando passa a toda velocidade diante de uma fazenda e acaba atropelando um galo.
Desce imediatamente e, consternado, vê que o bichinho está morto.
Nisso, olha de lado e vê um matuto capinando muito próximo à cerca.
Virando-se para o matuto, o sujeito diz:
– Desculpe, amigo! Foi realmente culpa minha…
O matuto fica olhando pra ele.
E ele, sem jeito, continua:
– Puxa, eu não deveria estar correndo tanto… sinto muito, por ter matado o seu galo. Mas eu faço questão de substituí-lo.
E o matuto:
– Vóismicê fique à vontade! O galinheiro é logo ali…
Fonte: Simpatico.com.br
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