No início do mês, eles saíram somente após intervenção da Justiça. Protesto é contra a falta de consulta prévia às comunidades indígenas.
Era ainda de madrugada quando cerca de 170 índios de cinco etnias chegaram ao sítio Belo Monte.
Eles ocuparam primeiro a portaria principal e dispensaram os guardas. Depois tomaram o escritório central do consórcio construtor e outros três acessos ao canteiro.
Pouco tempo depois, o local foi cercado por homens da Força Nacional e policiais da ronda tática metropolitana, mas não houve conflito. Os líderes afirmam que a ocupação é pacífica.
Esta é segunda vez em menos de um mês que os indígenas ocupam o sítio Belo Monte para protestar. Eles alegam que não conseguiram avançar nas negociações com o Governo Federal e por isso pretendem manter a ocupação até que sejam atendidos.
Os índios só aceitam conversar diretamente com ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, que, por sua vez, informa que não recebeu nenhum pedido oficial.
A polícia rodoviária federal também acompanha o protesto do lado de fora do sítio, próximo à rodovia Transamazônica.
Fonte: Globo Rural
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