No Brasil, os preços do cereal se mostraram firmes em junho, acompanhando o cenário de incertezas com relação à safra norte-americana, em fase final de semeadura.
Nos Estados Unidos, o clima chuvoso prejudicou o avanço dos trabalhos no campo, que estão atrasados frente à média das últimas cinco temporadas. Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), até o dia 23 de junho, 96,0% da área esperada com a cultura em 2019/2020 havia sido semeada.
Para uma comparação, na média das últimas cinco safras norte-americanas, o plantio foi concluído até o dia 10 de junho.
Importante destacar, no entanto, que o avanço da colheita da segunda safra de milho no Brasil e a confirmação das boas produtividades das lavouras limitaram as valorizações internas, inclusive pontualmente, pressionaram para baixo as cotações mais para o final do mês.
Os recuos verificados no câmbio desde o pico no final de maio (R$4,10/US$) colaboram com este cenário menos pressionado sobre as cotações de milho e soja no mercado brasileiro.
Para o curto prazo, mantemos a expectativa de mercado mais travado, mas com possibilidades de recuos das cotações, dependendo de como evoluir a situação da safra nos Estados Unidos. O câmbio mais fraco colabora com este cenário.
Fonte: Scot Consultoria. Por: Rafael Ribeiro.
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