Temas debatidos no Canasul e Agrometal

Participantes destacam organização e temas debatidos no Canasul & Agrometal.

 

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O 7º Canasul (Congresso da Cana de Mato Grosso do Sul) e a 3º Feira Agrometal reúne no Parque de Exposições João Humberto de Carvalho, em Dourados, profissionais e acadêmicos de diversas áreas ligadas ao cultivo de cana e produção de açúcar e álcool. Conforme relatam alguns dos participantes, o evento se destaca pela organização, escolha dos temas debatidos e espaço estreito entre usineiros e empresas prestadoras de serviços para o fechamento de novos negócios.

 

“Percebemos que este evento consegue mostrar para a cidade o potencial do setor sucroenergético na região, além de trabalhos de pesquisa que vão trazer melhorias para esta região que está em expansão nesta área”, afirmou Odorico Diogo, técnico da UFSCAR (Universidade Federal de São Carlos). “Há uma troca de conhecimento entre a gente que está numa região tradicional e o pessoal de Mato Grosso do Sul que está em expansão”, complementou.

 

Para o acadêmico de tecnologia em produção sucroalcooleira da Uems (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), José Augusto Avance, os assuntos discutidos durante o Canasul complementam o que aprende na universidade. “A gente agrega ainda mais conhecimento ao que estudamos”, disse ele, que já trabalha há seis anos numa usina como técnico em fabricação de álcool.

 

Para o engenheiro e professor de máquinas agrícolas do curso de engenharia agrícola da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), Cristiano Souza, o Canasul já é um evento que colabora no desenvolvimento do setor no Estado, que debate os temas mais relevantes, além de apresentar novas tecnologias. “Aqui são tratados assuntos regionais, nacionais e até internacionais. Saímos daqui com uma visão ‘macro’ de como está o setor e quais avanços são necessários nas mais diversas áreas”.

 

Mas, para o docente, a Agrometal é o principal foco, já que através da feira ele faz contatos com empresas de máquinas de agrícolas que tem interesse em firmar convênios com a universidade para desenvolver projetos com acadêmicos ou patrocinar pesquisas. “Todos os anos a gente faz parcerias que foram iniciadas aqui”, disse.

 

Já para o presidente do Ceise Br (Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis), Antônio Eduardo Tonielo, um dos diferenciais do congresso e da feira está na organização. “A feira é bem técnica e há bastante proximidade entre os participantes, o que possibilidade fazer bons contatos”, afirmou. O centro trouxe uma dezena de empresas de Sertãozinho (SP).

 

Fonte: Assessoria de Comunicação Social.

Equipe Agron

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