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Vitrines brasileiras de carne bovina na China

CNA trabalha para criar vitrines da carne brasileira na China. Senadora Kátia Abreu conduz comitiva empresarial de uma rede brasileira de churrascarias a Pequim.

 

Três semanas depois de liderar missão empresarial à China, a presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, embarca nesta sexta-feira (13/12) de volta a Pequim, acompanhando representantes de uma rede brasileira de churrascarias interessada em se instalar em território chinês. A iniciativa é mais uma etapa do trabalho de promoção comercial dos produtos do agronegócio do Brasil na Ásia, com vistas a ajudar na abertura do mercado chinês à nossa carne bovina.

 

O tema foi abordado por ela, nesta quinta-feira (12/12), em reunião da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado. Segundo a presidente da CNA, a ideia é “criar vitrines da carne brasileira”, visando aumentar o consumo do produto pelos chineses, a partir da implantação de churrascarias naquele mercado. A meta, nos próximos anos, é instalar cerca de 200.

 

“Queremos melhorar o desempenho das nossas exportações e mostrar aos chineses a qualidade da nossa carne, para que eles passem a comer o nosso tradicional churrasco”, destacou. Um dos desafios, no entanto, é suspender o embargo da China à carne brasileira, que dura um ano, em razão do surgimento de um caso atípico de vaca louca, no Paraná. “Vamos trabalhar pela queda deste embargo”, frisou a senadora.

 

Café – Outra proposta prioritária para a CNA é a ampliação do consumo de café pelos chineses. Neste sentido, a senadora defendeu a abertura de cafeterias, como forma de consolidar a marca brasileira no país asiático. “Não é mais possível permitir que o maior produtor e exportador de café do mundo fique atrás de outros países que não fazem jus à qualidade do nosso produto”, disse a senadora.

 

No caso do grão, ponderou a presidente da CNA, a principal barreira a ser superada é a questão das tarifas impostas pelos chineses para a entrada do café brasileiro neste mercado. “É uma escalada tarifária muito pesada”, avaliou. Enquanto os brasileiros consomem 850 xícaras de café por ano, os chineses consomem apenas três. O sonho da CNA é que a população chinesa, que reúne 1,3 bilhão de pessoas, passe a tomar dez xícaras da bebida por ano.

 

 

Fonte: Assessoria de Comunicação CNA.

Equipe Agron

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