milho
O preço do milho em abril de 2026 reflete um mercado de braços cruzados. Enquanto em São Paulo a saca chega a R$ 68,15, no Mato Grosso o valor recua para a casa dos R$ 45,00 em Sorriso. A combinação de frete encarecido pelos combustíveis e a cautela dos produtores durante o plantio da safrinha mantém as cotações em um cabo de guerra entre compradores e vendedores.
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O mercado interno brasileiro para o preço do milho segue operando em ritmo lento, mas com focos de pressão que o produtor precisa monitorar de perto. No momento, o cenário é de baixa liquidez: quem tem o grão está segurando, esperando preços melhores para cobrir os custos logísticos, e quem compra está tentando forçar uma baixa baseada na oferta futura.
| UF | Cidade | Compra (R$) |
| PR | Paranaguá | 65,50 |
| PR | Campo Mourão | 62,00 |
| PR | Cascavel | 60,00 |
| PR | Maringá | 62,00 |
| PR | Ponta Grossa | 64,00 |
| PR | Guarapuava | 63,00 |
| SP | São Paulo | 68,15 |
| SP | Campinas | 68,15 |
| SP | Sorocaba | 63,24 |
| SP | Mogiana | 57,93 |
| MS | Campo Grande | 55,00 |
| MS | Dourados | 55,00 |
| MS | Chapadão do Sul | 60,00 |
| MS | Costa Rica | 60,00 |
| MT | Rondonópolis | 51,00 |
| MT | Campo Verde | 49,00 |
| MT | Tangará da Serra | 49,00 |
| MT | Sapezal | 50,00 |
| MT | Sorriso | 45,00 |
| MT | Lucas do Rio Verde | 47,00 |
| GO | Itumbiara | 57,00 |
| GO | Rio Verde | 57,00 |
| MG | Uberaba | 62,00 |
| MG | Uberlândia | 62,00 |
| MG | Unaí | 58,00 |
| MG | Patos de Minas | 62,00 |
| SC | Chapecó | 66,00 |
| SC | Concórdia | 68,00 |
| SC | Campos Novos | 66,00 |
| SC | Canoinhas | 66,00 |
| RS | Erechim | 64,00 |
| RS | Passo Fundo | 64,00 |
| RS | Porto Alegre | 67,00 |
| BA | Luis Eduardo Magalhães | 63,00 |
Existem três pilares sustentando o atual patamar do preço do milho neste mês de abril:
Não adianta ter o milho se o caminhão para levar custa “um rim”. O encarecimento do diesel, influenciado pela volatilidade do petróleo no Oriente Médio, jogou o custo do frete nas alturas. Isso cria uma barreira natural: o comprador no porto quer pagar menos para compensar o transporte, enquanto o produtor no interior não aceita o desconto.
Estamos em um período crítico de semeadura e desenvolvimento da segunda safra. Historicamente, o preço do milho tende a ficar mais “teimoso” agora, pois o volume disponível para pronta entrega diminui. O produtor está mais focado em garantir a produtividade no campo do que em desovar estoques a qualquer custo.
No Paraná, por exemplo, nota-se um abismo entre o que o vendedor quer (R$ 70,00) e o que o comprador oferece (R$ 65,00). Essa queda de braço resulta em um mercado travado, onde apenas as necessidades urgentes das indústrias de proteína animal movimentam os volumes.
Para quem busca o melhor preço do milho, o olhar deve estar voltado para o câmbio. O dólar alto ajuda a manter a paridade de exportação atraente, o que pode dar um suporte para as cotações não despencarem, mesmo com a ampla disponibilidade interna.
Além disso, a demanda das usinas de etanol de milho, especialmente no Centro-Oeste e agora avançando para o Piauí, cria um novo “piso” de preços que não existia há alguns anos. A industrialização do grão dentro do Brasil é a melhor notícia para o produtor que cansou de ficar refém apenas das tradings exportadoras.
O preço do milho continuará sendo o termômetro do agronegócio nas próximas semanas. Fique atento às atualizações diárias aqui no Agron para não perder o “timing” de venda.
Este artigo é de caráter informativo e opinativo, com dados e cotações referentes ao dia 16/04/2026. As informações podem conter imprecisões, sendo sua utilização de responsabilidade exclusiva do leitor. O conteúdo não constitui recomendação de investimento, orientação financeira, consultoria jurídica ou aconselhamento comercial. Decisões devem considerar as particularidades de cada operação, os regulamentos aplicáveis e, quando necessário, o apoio de profissionais habilitados. Os autores e o site não se responsabilizam por decisões tomadas com base neste material.
Fonte: Scot Consultoria, diversos sites especializados, além de informações levantadas diretamente com fazendas, veterinários e zootecnistas atuantes no mercado pecuário.
Imagem principal: Depositphotos.
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