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Mercado brasileiro do milho retraído

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Mercado brasileiro do milho continua com compradores retraído.

Veja também: Com quase fim de colheita, preços da soja tem queda

RIO GRANDE DO SUL: Mercado continua igual, mas, se exportação entrar pode elevar preços

MERCADO LOCAL: No mercado de milho, mais um dia de batalha entre comprador e vendedor. Vendedor quer de R$ 91,00 até R$ 95,00 no interior e o comprador referenciou a R$ 89,00 Santo Angelo, Ijui e Marau, R$ 90,00 Arroio do Meio, posto na indústria. Com indústrias abastecidas e possibilidade de ter boa colheita na Safrinha e mais cedo, a tendência dos preços é de baixa, com algumas exceções para os pequenos granjeiros.

EXPORTAÇÃO continua fazendo consultas, vê possibilidde de demanda, mas ainda não voltou a comprar. PREÇOS PAGOS AO PRODUTOR, em Panambi, mantiveram-se em R$ 84,00 a produtor.

SANTA CATARINA: Mercado continua com compradores retraídos

MERCADO LOCAL: Oferta sem demanda. Ignorando cenário internacional e sem efeito cambial, mercado brasileiro de milho intensifica tendência de baixa com boas expectativas com a produção da 2ª safra. Vendedores falando em R$ 92 a R$ 95 e compradores, quando se consegue arrancar uma ideia de preço, entre R$ 89/90,00/saca.

MILHO IMPORTADO, também está parado, com a alta dos fretes para as cargas que vem de outros estados ou os problemas de frete e alfândega para os milhos que vem do Paraguai. PREÇOS DE BALCÃO ao redor de R$ 88,00 no estado.

PARANÁ: Milho bem travado, continua sem negócios conhecidos

PREÇOS: Mercado continuou bem parado no dia. Compradores razoavelmente abastecidos, aguardam a colheita da Safrinha. Comprador, no interior a R$ 86,00 e vendedor a R$ 90,00.

PREÇOS NO PORTO FUTURO: A posição de julho, com entrega e pagamento até 30/0 ideia de R$ 87,90; para agosto ideia de R$ 88,20 e setembro ideia de R$ 88,80.

MATO GROSSO DO SUL: Indicações subiram mais 2,00 reais/saca nesta quinta-feira

MERCADO: Apesar da nova alta de hoje, no geral o produtor está bem capitalizado, prefere não vender. Por outro lado, as indicações voltaram a subir mais R$ 2/saca em Dourados e Campo Grande para R$ 82,00; R$ 2,00 em Maracaju para R$ 81,00; R$ 2,00 em Sidrolândia para R$ 80,00; R$ 2/saca em Chapadão do Sul para R$ 78,00.

FRETES: O preço do frete de Campo Grande até Paranaguá ou outros mercados do Sul está ao redor de R$ 260/t, mas já esteve a R$ 275 no início da guerra.

GOIÁS: Preços continuam em queda; negociadas 76K na semana;

MERCADO: Ao todo foram negociadas 76.000 toneladas na semana, das quais 2.000 tons remanescentes da safra 2021 e 74.000 toneladas da safra de 2022. Para a safra 2023, zero negócios. Com isto a comercialização da safra 2021atingiu 85%, da safra 2022 13% e da safra 2023, 0,2%.

PREÇOS EM QUEDA: Os preços voltaram a recuar mais R$ 2,00/saca nesta sexta-feira, como mostra nossa tabela ao lado. Contudo, os tomadores continuam muito retraídos, principalmente dos outros estados, devido ao forte aumento nos preços dos fretes.

Fonte: T&F Agroeconômica. Imagem principal: Depositphotos.

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