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Ministério da Agricultura vai regular mercado de plant-based

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Ministério da Agricultura vai regular mercado de plant-based para garantir concorrência justa.

Ideia é proporcionar coexistência das fontes de proteína: De origem animal e vegetal.

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) vai regular a produção e distribuição dos produtos processados de origem vegetal conhecidos como plant based para ordenar o mercado de proteínas alternativas. A ideia é proporcionar a coexistência das fontes de proteína – de origem animal e de origem vegetal. Para isso, uma Tomada Pública de Subsídios foi realizada entre junho e setembro do ano passado que levantou anseios da sociedade sobre essa regulação.

A afirmação foi feita pelo diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov) da Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa, Glauco Bertoldo, durante um painel, nesta quarta-feira (16), sobre inovações na Expomeat, feira internacional da indústria de processamento de proteína animal e vegetal, em São Paulo.

O relatório final da consulta pública compila 332 contribuições enviadas por entidades do setor de alimentos e consumidores. Segundo Bertoldo, o consenso é que falta transparência e clareza de informações ao consumidor, principalmente em relação à denominação do produto, a aspectos relacionados à sustentabilidade e benefícios à saúde, além da equivalência nutricional – comparada à proteína animal.

Segundo o diretor, a preocupação era transformar o país em referência em proteínas alternativas. “Temos plena convicção da coexistência das duas fontes. Ambas vão crescer e há espaço para ordenar esse mercado enquanto ele está crescendo”, disse. De acordo com Bertoldo, o mercado precisa ser regulado para que concorrência entre os produtos possa ser justa.

O mercado de plant-based foi debatido por técnicos do setor público e da iniciativa privada na programação do Sedagro (Seminário sobre Defesa Agropecuária). Os especialistas informaram que não haverá proteína animal suficiente para alimentar a população mundial dentro de alguns anos. “O Brasil deve se destacar também no mercado de proteína de base vegetal. Seria um desperdício o país não ser referência nisso também”, disse Bertoldo.

Também participaram do debate a pesquisadora Caroline Mellinger, da Embrapa Agroindústria de Alimentos; Gabriela Pontin, diretora executiva de Negócios da Seara; Antonio Marcos Pupin, diretor de Assuntos Científicos e Regulatórios da Associação Brasileira de Bioinovação (ABBI); e Sergio Pinto, diretor global de Inovação e Novos Negócios da BRF. A moderação foi de Elton Massarolo, do Dipov.

Os produtos Plant Based, assim denominados genericamente, referem-se a uma classe de produtos compostos unicamente por matérias-primas de origem vegetal e que buscam espelhar características (organolépticas e nutricionais) de produtos de origem animal existentes.

FONTE: DATAGRO. Imagem principal: Depositphotos.

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