Nova diretoria do Instituto Soja Livre

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Mercado chinês é foco da nova diretoria do Instituto Soja Livre.

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Nova diretoria do Instituto Soja Livre

Conquistar o mercado chinês para a soja convencional brasileira é o foco da nova gestão do Instituto Soja Livre (ISL) que toma posse dia 1º de agosto de 2021. Eleita em assembleia geral realizada nesta segunda-feira (21), a nova diretoria tem como uma das metas avançar nas negociações com o maior consumidor mundial da oleaginosa e abrir espaço para a soja não transgênica produzida no Brasil.

Para o presidente eleito César Borges, vice-presidente da Caramuru Alimentos, é um grande desafio. “Precisamos nos estruturar para fornecer para este mercado gigantesco que é o chinês. Conseguindo ingressar no maior consumidor mundial, também poderemos negociar melhor com a Europa, que atualmente é o nosso principal comprador de soja convencional, melhores contratos e prêmios”, analisou.

O atual presidente, Endrigo Dalcin, ressaltou que o trabalho do Instituto Soja Livre está sendo realizado de forma contínua e concreta. “Estamos há apenas quatro anos atuando como instituto e conseguimos avançar em algumas discussões importantes. Porém, ainda há muito caminho pela frente, com pautas relevantes e novos mercados para conquistar”, afirmou.

Como vice-presidente, foi eleito Lucas Beber, vice-presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), e ainda tem Estênio Faria (diretor administrativo), Odilon Lemos de Mello Filho (diretor técnico), José Del (diretor financeiro), Endrigo Dalcin (diretor de relações internacionais).

Como conselheiros fiscais foram eleitos Rodrigo Brogin, Romualdo Barreto, Luiz Fiorese como titulares e Daniel Latorraca, Wellington Andrade e Roque Ferreti como suplentes. A chapa estará à frente do Instituto Soja Livre de agosto de 2021 a julho de 2023.

O ISL tem o objetivo de contribuir para o desenvolvimento do mercado de soja convencional, mantendo viva a liberdade de escolha do produtor rural em relação à tecnologia, da cultivar e do sistema de produtivo que trará maior rentabilidade e segurança na safra. Atualmente, tem 25 empresas e entidades associadas.

FONTE: DATAGRO.


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