Bovinocultura de corte e a geração de empregos formais

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Bovinocultura de corte é responsável por 55,6% dos empregos formais gerados na agropecuária em Mato Grosso do Sul.

De acordo com dados do Rais, compilados pelo Sistema Famasul, são aproximadamente 38 mil postos de trabalho.

De 68 mil empregos formais registrados na agropecuária de Mato Grosso do Sul em 2019, 38 mil estão ligados especificamente à bovinocultura de corte, o que representa 55,6 % do total. Os números do Rais (Relatório Anual de Informações Sociais), do Ministério da Economia, integram a 10ª edição do Sigabov, divulgado pelo Sistema Famasul, nesta quinta-feira (22).

No período de referência, o levantamento aponta que foram gerados 41 mil empregos formais somente na pecuária de Mato Grosso do Sul, o que contempla outras atividades como suínos, aves, equídeos. “O Sigabov traz nesta edição um “raio x” sobre a empregabilidade especificamente na bovinocultura de corte, um das cadeias produtivas de grande representatividade no estado”, explica a analista técnica do Sistema Famasul, Fernanda Oliveira.

De acordo com o boletim, o ranking dos municípios com mais pessoas empregadas na criação de bovinos está alinhado com o tamanho do rebanho do local. Em primeiro lugar aparece Corumbá, seguido de Campo Grande, Ribas do Rio Pardo, Aquidauana e Porto Murtinho, respectivamente. A faixa etária que predomina entre os perfis de contratação, 26,9% tem entre 40 e 49 anos, com 25,9% entre 30 e 39 anos. Mais de 35% possuem renda entre 1 e 1,5 salário mínimo.

“Considerando que a bovinocultura de corte é uma das principais cadeias produtivas no estado, é importante conhecer o perfil das pessoas que atuam nesta área, entender o nível de remuneração, escolaridade e idade. Essas informações dão subsídios para o fomento de novas iniciativas que alavanquem o desenvolvimento dos profissionais que estão no mercado ou que buscam este espaço”, analisa.

FONTE: DATAGRO.


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