A Quimtia Brasil tem trabalhado em conjunto com o Projeto Órfãos do Fogo, com o objetivo de suprir a alimentação de animais debilitados por conta de queimadas, com foco na reabilitação para soltura no ambiente natural.

Quimtia Brasil se junta ao Projeto Órfão do Fogo para reabilitar animais agredidos por queimadas

Compartilhar

A Quimtia Brasil está investindo para uma recuperação cada vez mais efetiva da fauna brasileira. A empresa, que hoje é considerada uma referência de insumos para a nutrição animal, tem trabalhado em conjunto com o Projeto Órfãos do Fogo, com o objetivo de suprir a alimentação de animais debilitados por conta de queimadas, com foco na reabilitação para soltura no ambiente natural.

Segundo a especialista Ana Raquel Faria, zootecnista e pesquisadora associada do Instituto Tamanduá, o processo de nutrição destes animais [que estão em fase de reabilitação] é de suma importância, pois possibilita melhores condições para a adaptação no habitat. “Na primeira fase, a alimentação deles era uma mistura líquida. Aos poucos, a ração seca cedida pela Quimtia é introduzida na dieta. A ração, além de fornecer os nutrientes que os tamanduás precisam, é mais parecida com o alimento que eles encontram em vida livre. A ração pode ser espalhada no solo, nos cupinzeiros e estimular os animais a forragear o alimento. Sem dúvida, um diferencial para o sucesso do projeto”, enfatiza.

Até o momento, mais de 10 tamanduás estão sendo beneficiados pela parceria. Os filhotes estão sob os cuidados da equipe do Instituto Tamanduá, no município de Aquidauana. “A nossa expectativa é estreitar parcerias como essa junto com outras instituições localizadas nos quatro cantos do Brasil”, afirma a coordenadora nacional de negócios da Quimtia, Hellencrys Camargo.

Cenário preocupanteEm 2020, o Pantanal vivenciou um período de seca sem precedentes, além de um incêndio de grandes proporções. Uma das espécies mais atingidas diretamente por este desastre ambiental foi o tamanduá bandeira. Seja por atropelamentos em movimentos de fuga, atacados por cães domésticos ou, ainda, vítimas do próprio fogo, a verdade é que muitos filhotes chegaram ao centro de reabilitação (CRAS) em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.


Compartilhar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

%d blogueiros gostam disto: