Leishmaniose visceral canina: 90% dos casos da América do Sul ocorrem no Brasil

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Os períodos de temperaturas mais elevadas não trazem apenas mais chuvas. Trata-se da época do ano mais propícia para várias doenças transmitidas por vetores, como a leishmaniose, e o aumento da presença de ectoparasitas como pulgas e carrapatos, que intensificam sua multiplicação em ambientes quentes e úmidos, causando terríveis desafios para os pets. “Já a Leishmaniose Visceral Canina (LVC) também é uma zoonose, ou seja: além dos cães, acomete também os humanos”, informa o médico veterinário Jaime Dias, gerente técnico da área de animais de companhia da Vetoquinol Saúde Animal.

Segundo dados da Fiocruz, o Brasil concentra 90% dos casos da leishmaniose na América do Sul. “Definitivamente, a doença deixou de ser restrita às áreas rurais e espreita importantes zonas populacionais em diferentes estados”, alerta Dias. 

A leishmaniose Visceral Canina é uma doença grave, provocada por um protozoário do gênero Leishmania, transmitido aos cães através da picada da Lutzomyia longipalpis, também conhecida como, “mosquito palha”. A doença não é contagiosa e a transmissão do parasita ocorre apenas através da picada do “mosquito” infectado. Os sinais clínicos mais frequentes nos cães são desânimo, fraqueza, perda de apetite, emagrecimento progressivo, descamações na pele, aparecimento de feridas no focinho, orelhas, articulações e cauda, perda de pelos, crescimento exagerado das unhas, vômito, diarreia, além de acometer órgãos importantes como baço, fígado, rins.

Segundo Jaime Dias, a leishmaniose é uma doença de evolução crônica que, se não diagnosticada a tempo, pode levar a óbito, além de ser considerada uma zoonose grave. “Por isso, a importância de procurar um médico veterinário sempre que houver qualquer suspeita da enfermidade”. 

Atenção às pulgas e carrapatos 

O aparecimento de pulgas e carrapatos nos pets também aumenta no verão. Esse período de altas temperaturas e clima úmido, oferecem condições ideais para reprodução desses terríveis parasitas. Os especialistas alertam que a maior parte destes, cerca de 95%, estão no ambiente. “Os sinais mais comuns são coceira, lesões de pele, dermatite alérgica, inquietação, emagrecimento, falta de apetite, além de enfermidades que podem ser transmitidas por estes agentes, como a doença do carrapato”, pontua o gerente técnico da área de animais de companhia da Vetoquinol Saúde Animal.

A Vetoquinol coloca à disposição dos tutores de cães a coleira Frontmax, efetiva para proteger os cães contra pulgas, carrapatos e os mosquitos transmissores da leishmaniose. Frontmax possui ação inseticida e repelente contra este agente transmissor da LVC. A Frontmax Coleira está disponível no mercado em duas apresentações: uma com 38 cm para cães pequenos de até 4 kg e outra de 70 cm para cães maiores, com peso superior a 4 kg. Frontmax Coleira protege por até oito meses.

Frontmax Coleira possui ação sinérgica de três princípios ativos, que são liberados de forma gradativa e contínua, ficando estes apenas em contato com a gordura da pele e pelos dos cães, o que evita qualquer possibilidade de intoxicação. “Frontmax possui dermocosméticos que diminuem a possibilidade de reações adversas e sua eficácia é mantida mesmo em contato com a água. É uma excelente opção de proteção dos cães contra pulgas, carrapatos e o mosquito transmissor da leishmaniose”, reforça Jaime Dias.


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