Troncos de contenção aumentam eficiência da vacinação e evitam lesões e abscessos na carcaça

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A vacinação individual nos troncos de contenção tem se mostrado mais vantajosa que no brete coletivo, com ganhos em termos de produtividade, bem-estar animal e rapidez. “Isso porque na forma convencional os animais não ficam completamente imobilizados. Dessa forma, há um aumento na chance de lesões tanto no animal quanto nos operadores e aumenta o desperdício da vacina. No tronco, os animais são acomodados um a um e ficam imobilizados, reduzindo as chances de lesões e outras inconveniências”, destaca o Zootecnista Daniel Takeshita, consultor técnico comercial na Coimma, líder em balanças e troncos para a pecuária.

O especialista reforça a importância de os pecuaristas migrarem para a vacinação no tronco de contenção. “O manejo racional faz muita diferença para os criadores e os animais. Com a vacinação feita de forma individual, há benefícios econômicos diretos, pois ocorre menos refluxo e desperdício das vacinas, danos em equipamentos, como seringas e agulhas, e no risco de acidentes com os aplicadores”, explica Takeshita.

O tronco também oferece maior agilidade à execução correta da vacinação. Por ser feito de forma individual, há maior precisão e eficiência da aplicação. “A vacina deve ser aplicada da ponta da paleta ao terço médio do pescoço, o que se torna difícil quando o animal não está completamente contido e tem a chance de se mover bruscamente, atrasando o processo”, pontua o consultor técnico comercial da Coimma.

Além disso, a vacinação coletiva no brete traz, em muitos casos, prejuízos para os pecuaristas, principalmente em lesões aos animais, que já enfrentam situação de elevado estresse. “As regiões musculares com lesões ou abscessos são descartadas após o abate, prejudicando economicamente o pecuarista. Por isso, o manejo realizado da forma correta é ainda mais importante. Ele pesa no bolso”, ressalta Daniel Takeshita.

O manejo correto da vacinação tem importância sanitária e econômica para a pecuária. “A pecuária brasileira construiu sólida estrutura de prevenção e controle para os principais problemas que possam tanto levar a prejuízos em produtividade, quanto a saúde do consumidor. A garantia sanitária que construímos enquanto país, permite sermos hoje o maior exportador de carne bovina do mundo e, consequentemente, fomentar uma produção cada vez mais eficiente e lucrativa. Para isso, é importante seguir o programa oficial de vacinação da região e garantir que todos os indivíduos estejam devidamente imunizados”, completa Daniel.

A Coimma tem em seu portfólio, vários modelos de tronco de contenção, mas citando dois em especial, o Tronco Convencional Plus e o Tronco Sertanejo, que possibilitam várias vias de acesso ao animal. Eles também têm duas pescoceiras, que deixam em evidência a tábua ou lateral do pescoço, locais indicados para a introdução da agulha, evitando hematomas e abscessos em regiões de carnes nobres.


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