Ambição na proteção global de florestas contrasta com negligência em casa.
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Políticos europeus têm buscado proteger as florestas em países estrangeiros, mas suas ações em relação às florestas em seu próprio território têm sido questionáveis. Esse padrão duplo ameaça minar a credibilidade da União Europeia (UE) como líder ambiental e pode afetar negativamente a capacidade do bloco de impulsionar ação climática global.
Quando a atual safra de eurodeputados foi eleita em 2019, muitos pareciam conscientes da gravidade da emergência climática e prontos para agir. No entanto, após um dos meses mais quentes já registrados na Terra em 120.000 anos, parte deles tentou desmantelar um pilar central do Green Deal Europeu – o principal plano da UE para atingir a neutralidade climática até 2050, apresentado pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, há quatro anos.
A Lei de Restauração da Natureza, que busca estabelecer metas obrigatórias para os estados membros restaurarem a natureza em toda a Europa, enfrentou ataques contínuos, especialmente por parte de políticos conservadores, em particular os do Partido Popular Europeu (EPP). Após uma votação dramática em 12 de julho, a lei foi aprovada, mas de forma diluída.
O que chama a atenção é a disparidade de atitudes em relação às florestas. Em maio, a UE adotou o Regulamento de Desmatamento da UE (EUDR), uma legislação pioneira que proíbe a entrada no mercado da UE de commodities associadas ao desmatamento, a menos que sejam provenientes de fontes sustentáveis. Essa legislação foi amplamente apoiada em países como Holanda, França e Bélgica.
Entretanto, os mesmos líderes que defendem a proteção das florestas no exterior têm se esforçado para minar a legislação destinada a proteger as florestas em seu próprio território. A grande maioria dos conservadores que votou a favor do EUDR votou contra a Lei de Restauração da Natureza. Além disso, o principal político da EUDR no Parlamento Europeu propôs uma alteração que reduziu drasticamente a ambição da Lei de Restauração da Natureza.
Essa hipocrisia não passa despercebida pelas organizações ambientais, que destacam a discrepância de atitudes em relação às florestas europeias e às florestas no sul global, mesmo quando a destruição de florestas primárias na Europa já ocorreu em grande escala.
A UE pode liderar a ação para proteger as florestas globalmente, como evidenciado pelo trabalho incansável de organizações como a Fern, que apoiou o EUDR. Contudo, é essencial que essa liderança seja acompanhada por ações consistentes em seu próprio território.
Os padrões duplos dos Estados membros em relação às suas próprias florestas não apenas comprometem a credibilidade internacional da UE como líder ambiental, mas também enfraquecem sua capacidade de incentivar a ação climática global. A coerência entre suas políticas internas e externas é fundamental para que a UE desempenhe um papel eficaz na preservação das florestas e no combate às mudanças climáticas.
Fonte: Texto gerado por ChatGPT, um modelo de linguagem desenvolvido pela OpenAI, com contribuições e correções adicionais do autor. Imagem principal: Depositphotos.
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