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Como a ONU vai espalhar fome pelo mundo?

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ESG, emissões zero e pobreza climática – Como a ONU vai espalhar fome pelo mundo.

Fonte: PHVox. Por: Rafaella Nascimento. Imagem principal: Depositphotos.

Veja também: Uso de biofertilizantes na soja brasileira é destaque

Rafaella Nascimento escreveu alguns dias atrás um artigo muito bem embasado por 35 referências para o site PHVox. Nele ela descreve os principais erros do ecologicamente correto. Para qualquer um, com o mínimo de conhecimento de como tirar pepino da terra, ou abacaxi da lavoura, o texto não é estranho e nem novidade. O uso de defensivos agrícolas, fertilizantes e sementes transgênicas praticamente reduziu a fome no mundo. Se isso de fato não ocorreu, é problema do desperdício, da logística, distribuição e conservação. Alimentos para as 8 bilhões de almas do planeta, comerem 3 refeições diárias, existe! Acontece que o problema é que: também existe “boas intenções”, como Rafaella descreve no texto abaixo.

O CAMINHO PARA O INFERNO É PAVIMENTADO COM BOAS INTENÇÕES.

Conheçam a Sigla que irá levar a fome para o mundo.

A ESG (Environmental, Social and Governance – GOVERNANÇA SOCIAL E AMBIENTAL) leia o artigo abaixo.

Recentemente as revoltas em países como Gana e Sri Lanka passaram pelos canais de mídia como mais uma crise em países pobres governados por políticos corruptos. Porém, a crise que assola os dois países é semelhante àquela que está tomando a Holanda e que também já mostrou suas cores amarelas pela França. Essa mesma crise avança pela Alemanha, Canadá, Estados Unidos e América Latina. Parece impossível que países com realidades, culturas e povos tão distintos estejam enfrentando a mesma crise em estágios e facetas diferentes. Explico: o fator que é o propulsor, ou melhor dizendo, a desculpa para a criação de tais crises, atende pelo acrônimo de ESG (Environmental, Social and Governance).

O ESG governa a maioria dos investimentos mundiais e, um bom índice ESG, é critério obrigatório para países em desenvolvimento que buscam investimentos das Organização das Nações Unidas (ONU) ou organismos correlatos. Por isso mesmo, muitos países buscam mudar suas políticas públicas no intuito de melhorar seus índices ESG. Afinal, quem seria contra boas práticas ambientais, sociais ou de melhor governança? O problema mora nos detalhes, aqueles das letras miúdas do contrato. As imagens abaixo são bons exemplos dos fatores considerados para empresas e países para bons índices ESG. O leitor atento compreende o significado do apoio a agenda climática, e a movimentos como o Black Lives Matter (BLM).

As tais boas “práticas ambientais” do ESG envolvem desde as chamadas “energias limpas” (solar e eólica) até práticas agrícolas com redução de uso de fertilizantes agrícolas sintéticos (porque estes são classificados como poluentes no ESG), até a redução de rebanhos e substituição de fontes proteína animal por outras fontes pouco convencionais como proteína vegetal  modificada ou insetos.  Em linhas gerais, as boas práticas ambientais defendidas por tais investidores envolvem mudanças na matriz energética dos países que reduziriam suas emissões de gás carbônico[1] (CO2) através da transição do uso de combustíveis fósseis (petróleo, gás natural, carvão) para o uso de energia solar e eólica. Estas últimas apresentam problemas essenciais impossíveis de solucionar, uma apresenta apenas doze horas de eficiência (no melhor dos cenários) enquanto que a outra é dependente de condições climáticas específicas favoráveis, sem mencionar toda a área necessária para instalação seja de painéis solares ou de turbinas eólicas. A cruzada verde contra os combustíveis fósseis e as emissões de  CO2  tem nos incentivos fiscais o seu maior aliado. Empresas dos mais diversos setores buscam créditos ESG e investem em países com boas práticas de ESG, caso de Gana que trocou boa parte de sua matriz energética por energia solar e eólica [4] [5] [6] [7], o que levou o país ao caos energético, fome e probeza, já que sem energia não é possível nem ao menos manter o abastecimento local de água. Sendo assim, Gana, com um índice ESG de aproximadamente noventa por cento (numa escala de até cem por cento) tem agora dificuldade de atrair investimentos por causa de sua instabilidade social e energética causada pela tentativa de adequar-se aos critérios do ESG.

No Sri Lanka, os bons índices ESG mostraram sua face mais cruel na agricultura do país. O governo, na busca de bons números no índice, proibiu o uso de fertilizantes sintéticos, considerados poluidores e grandes contribuidores para emissões de CO2. Dessa forma, o Sri Lanka antes exportador de alimentos, passou a adotar as práticas atuais de agricultura orgânica, conhecida por sua baixa eficiência para a produção alimentar em larga escala [9]. O caso do Sri Lanka é emblemático porque o país possui um índice ESG de noventa e oito por cento [10], porém a população passará a ser uma horda de famintos num futuro muito próximo. E isso não será culpa dos fazendeiros que adotaram as práticas impostas pelo governo.

Anteriormente,  o Sri Lanka sofreu um atentado a bomba em 2019, o  que afetou a indústria do turismo do país. Nos anos seguintes, a pandemia também mostrou suas cores por lá. A partir desses cenários, o presidente Maithripala Sirisena e seu sucessor deposto Gotabaya Rajapaksa, acreditaram que os bons índices ESG iriam atrair investimentos para o país, o que mitigaria débitos anteriores com a China, por exemplo. Assim, o Sri Lanka cortou emissões de carbono e reverteu o que foi considerado após a Segunda Guerra Mundial como a Revolução Verde que ajudou países subdesenvolvidos a utilizar fertilizantes sintéticos no lugar de adubos orgânicos. Infelizmente, com o banimento dos fertilizantes, a maioria dos agricultores relataram perdas superiores a sessenta por cento na produção. Assim, de grande produtor de arroz e chá, o país passou a ser importador dos produtos o que aumentou ainda mais os débitos e, por consequência, a fome para sua população.

Os altos índices ESG e os problemas a eles associados não são privilégios de países subdesenvolvidos. A Holanda, com índice ESG de noventa por cento, deu um ultimato a seus fazendeiros, obrigando-os a reduzir as emissões de nitrogênio e carbono, o que impossibilitaria a atividade produtiva para a maioria deles. É importante salientar que a agricultura é um dos propulsores da Holanda, ou seja, a redução drástica da atividade agrícola, em até noventa e cinco por cento em áreas de preservação ambiental, impactará diretamente no futuro econômico do país. Por consequência, o mundo tem assistido pelas redes sociais o que já é conhecida como a “Revolta dos Fazendeiros Holandeses” que já tomam medidas para mitigar emissões de carbono e nitrogênio e seguir as regulamentações estabelecidas pela União Europeia.

A Europa é o continente com países com maiores índices ESG, não por coincidência as metas ambientais também contidas na Agenda 2030, também permeiam o lugar. A França, com ESG de noventa por cento, viu os protestos dos coletes amarelos (jilets jaunes) tomarem conta do país por causa das metas de reduções de emissões de carbono e o aumento de impostos nos setores de óleo e gás. Tais reduções de emissões e impostos têm como objetivo a adequação às metas da Agenda 2030.

A Alemanha, grande entusiasta do uso das matrizes energéticas solar e eólica, enfrentou protestos de ativistas climáticos que pediam a seguradoras, o fim de projetos  com empresas ligadas a exploração de combustíveis fósseis. Nessa mesma direção, o Banco Alemão, Deutsche Bank, informou que empresas do mundo inteiro devem estar preparadas para cumprir metas ambientais sob pena de perderem financiamentos. Os alvos, são pequenas empresas de petróleo e gás, já que empresas como a Exxon  estão entre as que apresentam os melhores índices ESG, assim como a Tesla que  também os apresentou antes de ser removida da lista ESG de empresas por problemas com suas políticas de inclusão social, mas não por causa dos metais extraídos em lugares como o Congo para as baterias de seus carros. Atualmente, o governo alemão pede a população a redução do uso de água quente, visando mitigar problemas de abastecimento em sua matriz energética.

Os cenários francês de 2019 e 2018, e alemão de 2022 já demonstram que, em se tratando de metas ambientais e ESG, os empreendedores, pequenas empresas, a classe média e os mais pobres pagarão o maior preço com o sacrifício do próprio estilo de vida, perda de bens e restrições de liberdades…Tudo pelo bem do planeta, claro.

Os índices ESG não são uma regalia apenas de países subdesenvolvidos ou europeus. No Canadá o governo Trudeau está tornando quase que impossível a exploração de combustíveis fósseis em Alberta, província com maior número de opositores ao governo. A província tem na indústria petroleira sua maior fonte de receitas.

Nos Estados Unidos, país com ESG de cinquenta por cento, o então candidato Joe Biden anunciou o banimento da exploração de óleo e gás em terras federais como parte de seu plano de governo que trazia como carro-chefe a mudança para matrizes energéticas sustentadas  em energia solar e eólica. Após mais de cem dias de governo e com o preço dos combustíveis atingindo números nunca vistos, o Green New Deal de Joe Biden continua demonizando os pequenos produtores de petróleo afirmando que nunca houve proibição de exploração petrolífera em terras federais. O detalhe, não mencionado por Biden, é que a obtenção de uma licença para exploração em terras federais e implementação da infraestrutura necessária para os projetos pode levar até cinco anos para ser concendida. Quais empresas de pequeno e médio porte podem esperar cinco anos para a aprovação de um projeto? Enquanto isso, mais uma vez, o Americano médio pagará a conta dos devaneios de políticos comprometidos com agendas outras que pregam que “não haverá paz sem desenvolvimento sustentável.”

Na América Latina, países como Haiti e El Salvador, figuram entre os maiores índices ESG. Não por coincidência, esses também estão entre os mais pobres do grupo. Mesmo considerando, guerras, desastres naturais e política ditatoriais, o fato é que altos números de ESG refletem uma realidade funesta, na qual países abrem mão do bem-comum de seus cidadãos em troca de uma estabilidade ambiental e “matrizes energérticas mais limpas” que, de acordo com climatologistas renomados como Patrick Michaels, “é mais uma solução em busca de um problema.”

No Brasil, vozes que rondam o Planalto continuam a afirmar que os selos verdes são critérios necessários para contratos que trarão investimentos para o país. Enquanto isso, pequenos fazendeiros do Sul do país sofrem com banimento de técnicas tradicionais de manejo agrícola, em nome de utilização de melhores práticas ambientais. Nos dias atuais, o Brasil é cortejado por empresas da área de energia solar e eólica que tentam migrar parte da matriz energética brasileira para suas áreas de atuação, sempre com o intuito de melhorar os índices ESG e atrair novos investimentos. A pergunta que fica é “a que custo”? O Brasil já possui uma matriz energética assentada em energia renovável. Então quem lucra com investimentos em matrizes pouco eficientes? Fiquemos atentos aos exemplos e Gana, Sri Lanka e Holanda.

Nesse cenário em países mudam suas políticas públicas para melhorar seus índices ESG, Paul Ehrlich e seus pares, grandes opositores da Revolução Verde, devem estar celebrando, pois os bons números de ESG estão levando países a pobreza energética, destruição, caos, fome, e por consequência, a super população temida por eles não será atingida. A “triagem humana” por eles sonhada está em processo de concretização. Ou seja, alguns irão morrer de fome para que outros possam viver confortavelmente num mundo com baixas emissões de carbono. O problema é que neste mundo de baixas emissões de carbono e altos índices ESG, o horizonte é o do colapso. Atualmente, estamos enfrentando níveis baixos de dióxido de carbono que beiram os níveis mínimos para a sobrevivência de algas e plantas. Estas sçao as bases de cadeias alimentares, por consequência, se eliminarmos assim as bases das cadeias alimetares, comprometeremos a vida no planeta. Ainda a tempo de reverter o curso de tais agendas e evitar o caos criado por índices ESG.

Fonte: PHVox. Por: Rafaella Nascimento. Imagem principal: Depositphotos.

Fontes e referências:

[1]      MSCI, “The evolution of ESG investing,” [Online].  https://www.msci.com/esg-101-what-is-esg/evolution-of-esg-investing. [Acesso em 2022].

[2]      MSCI , “30 years of ESG,” [Online]. https://www.msci.com/esg/30-years-of-esg. [Acesso em 2022].

[3]      MSCI, “ESG 101,” [Online]. https://www.msci.com/esg-101-what-is-esg. [Acesso em 2022].

[4]      T. Karim, “Charting a Path for Africa; African Business and Policymakers Should Outline Energy Transition and ESG Policies at African Energy Week in Cape Town,” 28 Oct 2021. [Online].  https://www.pulse.com.gh/apo/charting-a-path-for-africa-african-business-and-policymakers-should-outline-energy/r6fdcze. [Acesso em julho 2022].

[5]      IEA, “Ghana Energy Development and Access Project (GEDAP),” 2013. [Online].  https://www.iea.org/policies/4954-ghana-energy-development-and-access-project-gedap. [Acesso em 2022].

[6]      World Economic Bank, “Ghana: Energy Development and Access Project,” 2022. [Online].  https://projects.worldbank.org/en/projects-operations/project-detail/P074191. [Acesso em 2022].

[7]      Oxford Business Group, “How aligned are Ghana’s capital markets with ESG principles?,” [Online].  https://oxfordbusinessgroup.com/analysis/responsible-investing-financial-players-increasingly-consider-options-line-environmental-social-and. [Acesso em 2022].

[8]      D. Adogla-Bessa, “Energy Minister explains causes of recent power outages,” Citi News Room, 2022. [Online]. https://citinewsroom.com/2022/04/energy-minister-explains-causes-of-recent-power-outages/. [Acesso em 2022].

[9]      D. G. Xico Graziano, “A Tragédia agrícola do Sri Lanka,” 2022. [Online]. Available: https://www.poder360.com.br/opiniao/a-tragedia-agricola-do-sri-lanka/. [Acesso em 2022].

[10]    World Economics , “Environmenral Impact Indexes,” [Online].  https://worldeconomics.com/ESG/Environment/Sri%20Lanka.aspx. [Acesso em 2022].

[11]    M. Challemberger, “Sri Lanka Just Fell. What Do We Have to Do With It?,” 2022. [Online].  https://www.commonsense.news/p/sri-lanka-just-fell-what-do-we-have. [Acesso em 2022].

[12]    M. Challemberger, “Green Dogma Behind Fall Of Sri Lanka,” 2022. [Online].  https://michaelshellenberger.substack.com/p/green-dogma-behind-fall-of-sri-lanka.

[13]    National Review, “The Dutch Farmers’ ‘Revolt’: A Sign of Turmoil to Come,” 2022. [Online].  https://www.nationalreview.com/2022/07/the-dutch-farmers-revolt-a-sign-of-turmoil-to-come/. [Acesso em 2022].

[14]    DW – Made for minds , “Dutch farmers feel they face an impossible pollution ultimatum: Sort it or sell up,” [Online]. https://www.dw.com/en/dutch-farmers-feel-they-face-an-impossible-pollution-ultimatum-sort-it-or-sell-up/a-62460053. [Acesso em 2022].

[15]    United Nations, “Transforming our world: the 2030 Agenda for Sustainable Development,” 2015. [Online]. https://sdgs.un.org/2030agenda. [Acesso em 2022].

[16]    The Insurer , “Environmental groups urge Munich Re to stop insuring new fossil fuel projects,” 2022. [Online]. https://www.theinsurer.com/news/environmental-groups-urge-munich-re-to-stop-insuring-new-fossil-fuel-projects/22428.article. [Acesso em 2022].

[17]    Reuters, “Deutsche Bank to get tougher with suppliers over sustainability from July,” 2022. [Online].  https://www.reuters.com/business/sustainable-business/deutsche-bank-get-tougher-with-suppliers-over-sustainability-july-2022-05-18/. [Acesso em 2022].

[18]    Investopedia, “Tesla Removed From Widely-Tracked ESG Index,” 2022. [Online].  https://www.investopedia.com/tesla-removed-from-widely-tracked-esg-index-5295510. [Acesso em 2022].

[19]    G. B. Suzzane Shelton, “The French connection: What France’s Yellow Vest protests can teach the United States about sustainability,” 2019. [Online]. https://www.greenbiz.com/article/french-connection-what-frances-yellow-vest-protests-can-teach-united-states-about. [Acesso em 2022].

[20]    Eco Business, “Is France’s ‘Yellow Vests’ movement the start of a worldwide revolt against climate action?,” 2019. [Online]. https://www.eco-business.com/opinion/is-frances-yellow-vests-movement-the-start-of-a-worldwide-revolt-against-climate-action/. [Acesso em 2022].

[21]    Bloomberg, “Why Drivers Are Leading a Protest Movement Across France,” 2019. [Online].  https://www.bloomberg.com/news/articles/2018-11-19/-yellow-vests-why-france-is-protesting-new-gas-taxes. [Acesso em 2022].

[22]    Reuters, “Canadian oil industry at odds with Trudeau over new 2030 climate plans,” 2022. [Online].  https://www.reuters.com/business/sustainable-business/canadas-oil-industry-odds-with-trudeau-over-new-2030-climate-plans-2022-03-31/. [Acesso em 2022].

[23]    North Dakota Petroleum Council, “Biden Ban on Public Lands to Cost Economy $670 Billion over 20 years,” [Online]. https://www.ndoil.org/biden-ban-on-public-lands-to-cost-economy-670-billion-over-20-years/. [Acesso em 2022].

[24]    The White House , “FACT SHEET: President Biden Takes Bold Executive Action to Spur Domestic Clean Energy Manufacturing,” 2022. [Online]. https://www.whitehouse.gov/briefing-room/statements-releases/2022/06/06/fact-sheet-president-biden-takes-bold-executive-action-to-spur-domestic-clean-energy-manufacturing/. [Acesso em 2022].

[25]    Biden Harris Democrats, “The Biden Plan to Build a Modern, Sustainable Infrastructure and an Equitable Clean Energy Future,” [Online]. https://joebiden.com/clean-energy/. [Acesso em 2022].

[26]    Department of Energy, “Biden Administration Launches Bipartisan Infrastructure Law’s $505 Million Initiative to Boost Deployment and Cut Costs of Increase Long Duration Energy Storage,” [Online]. https://www.energy.gov/articles/biden-administration-launches-bipartisan-infrastructure-laws-505-million-initiative-boost.

[27]    Bloomberg Law, “Interior Issuing Fewer Oil Drilling Permits With Climate Pivot,” 2021. [Online].  https://news.bloomberglaw.com/environment-and-energy/interior-issuing-fewer-oil-drilling-permits-with-climate-pivot.

[28]    Reuters, “Big U.S. oil drillers have federal permits to mute effect of any Biden ban,” 2019. [Online].  https://www.reuters.com/article/us-usa-biden-drilling-idUKKBN29Q1S5. [Acesso em 2022].

[29]    United Nations , “Secretary-General’s remarks at United Nations Private Sector Forum [as delivered],” 2018. [Online]. https://www.un.org/sg/en/content/sg/statement/2018-09-24/secretary-generals-remarks-united-nations-private-sector-forum. [Acesso em 2022].

[30]    P. Michaels, Interviewee, PHVOX – Enetrevista com Ex-Conselheiro Ambiental de Trump. [Entrevista]. 2022: https://www.youtube.com/watch?v=8qVwHwHCnp0

[31]    Câmara dos Deputados , “Projeto cria selo para incentivar práticas sustentáveis no mercado financeiro,” 2022. [Online]. https://www.camara.leg.br/noticias/863689-projeto-cria-selo-para-incentivar-praticas-sustentaveis-no-mercado-financeiro. [Acesso em 2022].

[32]    Cimento Itambe, “Brasil busca “selo verde” para ferrovias, a fim de atrair investidor,” 2021. [Online].  https://www.cimentoitambe.com.br/massa-cinzenta/brasil-busca-selo-verde-para-ferrovias-a-fim-de-atrair-investidor/. [Acesso em 2022].

[33]    L. O. Soares, “Antigos Campos de Cima da Serra – Manifesto Serrano,” 2016. [Online].  https://antigoscamposdecimadaserra.blogspot.com/2016/01/manifesto-serrano-moradores-antigos-dos.html?m=1. [Acesso em 2022].

[34]    Reuters, “Energea bets on Brazil solar power projects with IPO as long-term goal,” 2022. [Online].  https://www.reuters.com/article/brazil-solar-energea-idAFL1N2XQ2DW. [Acesso em 2022].

[35]    Gov.br, “Renewable energy in the Brazilian energy matrix: the share of solar energy reached 6.9% and wind energy, 10.9%,” 2022. [Online]. https://www.gov.br/en/government-of-brazil/latest-news/2022/renewable-energy. [Acesso em 2022].

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