safra de feijão

Segunda safra de feijão no Rio Grande do Sul avança

Compartilhar

Segunda safra de feijão no Rio Grande do Sul avança para fase de enchimento de grãos e maturação.

Veja também: Área de soja no Mato Grosso deve crescer em 2022/23

Colheita da soja chega a 74% da área prevista e a do milho a 85%.

Os cultivos de segunda safra do feijão encontram-se predominantemente em fases de enchimento de grãos e maturação no Rio Grande do Sul. De acordo com o Informativo Conjuntural, produzido e divulgado nesta quinta-feira (5), pelas gerências de Planejamento e Comunicação da Emater/RS-Ascar, vinculada à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), as chuvas impediram a continuidade da colheita, fazendo com que o índice seja inferior a 15% dos cultivos. Os rendimentos obtidos permanecem próximos a 1.600 kg/ha.

Já a colheita do feijão primeira safra foi encerrada na maior parte do Estado. Estima-se que a proporção de lavouras colhidas atinja pouco mais de 90%, já que a chuva atrapalhou a continuidade da operação em lavouras de primeiro cultivo.

O cultivo remanescente está maduro e por colher, mas o excesso de umidade constante não permite a colheita, gerando uma situação que pode causar redução de valor de mercado e perdas na qualidade, especialmente para as variedades de cor. Outra decorrência é o risco de germinação dos grãos na vagem, tanto para as variedades de cor como para as de grãos pretos. A expectativa de rendimento, no Estado, permanece estimada em 1.265 kg/ha, significando uma redução de 27% da projeção inicial.

Soja

A ocorrência de chuvas frequentes e em alto volume, na maior parte do Estado, impossibilitou a colheita em parte das lavouras ou ocasionou a sua realização em condições fora da normalidade em pequenos momentos ensolarados. Apenas no extremo norte do Estado, onde ocorreram menores precipitações, a operação prosseguiu em ritmo adequado. A proporção de lavouras colhidas elevou-se para 74%; 22% estão em maturação; e algumas já superam o momento ideal de corte. A expectativa de produtividade manteve-se próxima a 1.500 kg/ha.

Em alguns municípios, o volume precipitado superou 300 mm no período e, nas localidades onde os volumes foram intensos, houve, até mesmo, danos nas lavouras, causados pelo escorrimento superficial de águas, pelo carreamento de solo e fertilizantes e pela formação de voçorocas. De maneira geral, não temos relatos de perdas por apodrecimento ou germinação dos grãos por se tratar da primeira sequência de chuvas expressivas sobre as lavouras após a fase de maturação. Os danos foram concentrados nas áreas de várzeas e em áreas próximas de cursos d´água na metade sul do Estado, onde houve forte acamamento de plantas e o alagamento por período prolongado. Contudo, há grande preocupação com a ocorrência de novas precipitações, que podem acarretar perdas por avarias nos grãos em lavouras maduras expostas a essa condição de tempo.

Milho

A colheita do cereal permaneceu com avanço muito lento, prejudicado pelo excesso de chuvas e pela prioridade dada à operação na cultura da soja. Nesse período, o índice de colheita elevou-se apenas 1%, alcançando 85% dos cultivos.

A recorrência de chuvas beneficiou as lavouras semeadas tardiamente ou em safrinha, as quais se encontram majoritariamente em florescimento e em enchimento de grãos. Parte das lavouras, madura ou em maturação, apresentou aumento da incidência de doenças da espiga, provocadas por fungos causadores de grãos ardidos. A expectativa de produtividade para a safra permanece em 3.500 kg/ha, com decréscimo de 55% da inicialmente projetada.

Arroz

A colheita foi muito prejudicada pelo excesso de chuvas nas regiões produtoras. O índice atingiu 93% da área cultivada no Estado. O restante do cultivo encontra-se maduro, apenas no aguardo pela melhora do tempo e pela diminuição de umidade para ser ceifado. A produtividade média estimada permanece em 7.650 kg/ha, significando um decréscimo de 8% da previsão inicial. Todavia, onde o volume de irrigação foi adequado, a produtividade alcançou volume superior a 11.000 kg/ha.

Fonte: Datagro. Imagem principal: Depositphotos.

*Se o artigo ou imagem foi publicado com base no conteúdo de outro site, e se houver algum problema em relação ao conteúdo ou imagem, direitos autorais por exemplo, por favor, deixe um comentário abaixo do artigo. Tentaremos resolver o mais rápido possível para proteger os direitos do autor. Muito obrigado!

*Queremos apenas que os leitores acessem informações de forma mais rápida e fácil com outros conteúdos multilíngues, em vez de informações disponíveis apenas em um determinado idioma.

*Sempre respeitamos os direitos autorais do conteúdo do autor e sempre incluímos o link original do artigo fonte. Caso o autor discorde, basta deixar o relato abaixo do artigo, o artigo e a imagem será editado ou apagado a pedido do autor. Muito obrigado! Atenciosamente!

*If the article or image was published based on content from another site, and if there are any issues regarding the content or image, the copyright for example, please leave a comment below the article. We will try to resolve it as soon as possible to protect the copyright. Thank you very much!

*We just want readers to access information more quickly and easily with other multilingual content, instead of information only available in a certain language.

*We always respect the copyright of the content and image of the author and always include the original link of the source article. If the author disagrees, just leave the report below the article, the article and the image will be edited or deleted at the request of the author. Thanks very much! Best regards!


Compartilhar

One thought on “Segunda safra de feijão no Rio Grande do Sul avança

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

%d blogueiros gostam disto: