Espírito Santo tem nove casos de leishmaniose visceral em humanos por ano; cães infectados podem agravar cenário

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O Estado do Espírito Santo registra nove casos de leishmaniose visceral em humanos por ano. De 2010 a 2019, foram 91 casos, dos quais quatro evoluíram para morte, segundo dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação do Ministério da Saúde. “A doença, uma zoonose, é transmitida por um vetor principalmente a partir da picada em cães contaminados. Protegê-los da enfermidade é um benefício para a o bem-estar animal e também para a sociedade, tendo em vista que o problema pode ser fatal, explica o médico veterinário Jaime Dias”, gerente técnico de animais de companhia da Vetoquinol Saúde Animal.

Essa enfermidade é provocada por um protozoário do gênero Leishmania, transmitido pela picada do chamado ‘mosquito palha’, nome popular da Lutzomyia longipalpis. “Esses vetores são encontrados nas diferentes regiões de nosso país e costumam picar cães e também os seres humanos, o que facilita a disseminação do problema entre as espécies”, salienta Dias.

O veterinário conta que pesquisas mostram que, para cada cão com sintomas de leishmaniose visceral em regiões endêmicas, outros cinco podem estar assintomáticos, o que potencializa a disseminação da doença – especialmente em épocas com forte presença do mosquito palha.

Por isso, é preciso estar atento a alguns sinais clínicos em cães como: desânimo, fraqueza, perda de apetite, emagrecimento progressivo, perda de massa muscular, descamações na pele, feridas no focinho, orelhas, região das articulações e cauda, além de perda de pelos, crescimento exagerado das unhas, vômito e diarreia. “A leishmaniose visceral, também acomete órgãos internos como baço, fígado, rins, entre outros. Caso algum destes sinais seja observado é muito importante que um médico-veterinário seja consultado para a realização do diagnóstico.”

Prevenção é a palavra-chave para evitar que o mosquito palha transmita a leishmaniose de cão para cão e de cão para os seres humanos. “A melhor forma de prevenir a doença é manter o mosquito transmissor longe dos animais. E isso tem sido feito com sucesso a partir do uso de coleiras antiparasitárias, item indispensável, prático e eficaz na prevenção desta enfermidade grave e fatal disseminada em todo Brasil”, ressalta o gerente da Vetoquinol.

Para auxiliar no combate à leishmaniose visceral, a Vetoquinol – uma das 10 maiores indústrias de saúde animal do mundo – desenvolveu Frontmax a única coleira disponível no mercado que protege os cães por até 8 meses contra os contra os mosquitos transmissores da leishmaniose, pulgas e carrapatos, além de uma combinação exclusiva de três princípios ativos, que ficam em contato com a gordura da pele e pelos do animal e que são liberados de forma gradativa e contínua durante todo o seu período de ação.

“O processo de produção de Frontmax é inovador, pois utiliza termopolímeros que impedem a oxidação dos princípios ativos quando expostos à luz solar, além de dermocosméticos que contribuem para a redução das possíveis reações de pele. Resistente à água e sem cheiro, a coleira é indicada para cães de todas as raças”, complementa Andrea Nagata, gerente de produtos para animais de companhia da Vetoquinol.

VÍDEO – Vetoquinol completa 10 anos no Brasil: https://youtu.be/OECpa4y1tKE

Sobre a Vetoquinol – Entre as 10 maiores indústrias de saúde animal do mundo, com presença na União Europeia, Américas e região Ásia-Pacífico. Grupo independente, projeta, desenvolve e comercializa medicamentos veterinários e suplementos, destinados à produção animal (bovinos e suínos), a animais de companhia (cães e gatos) e a equinos. Desde sua fundação, em 1933, a Vetoquinol combina inovação com diversificação geográfica. O crescimento do grupo é impulsionado pelo reforço do seu portfólio de produtos associado a aquisições em mercados de alto potencial de crescimento, como a Clarion Biociências, ocorrida em Abril/2019. A Vetoquinol gera 2.372 empregos e está listada na Euronext Paris desde 2006 (símbolo: VETO). A Vetoquinol conta com SAC formado por profissionais da área veterinária para auxílio aos clientes. A ligação é gratuita – 0800 741 1005. Site: www.vetoquinol.com.br


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