Oportunidades para as indústrias de chocolate nacional com a Certificação Halal

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O Brasil exportou um total 28.848,14 toneladas em 2020 para oito continentes, um mercado em franco desempenho

O CEO da SIILHalal, Chaiboun Darwiche

Chapecó (SC), 12 de julho de 2021 – A indústria produtora de chocolate do Brasil a cada ano ganha projeção internacional devido a qualidade do produto final. Em 2020, por exemplo, 145 países puderam contar com os chocolates nacionais sendo Argentina, Paraguai e Uruguai os três primeiros do ranking de destino. “A indústria brasileira de chocolates tem grande potencial de crescer ainda mais no mercado externo”, avalia o CEO da SIILHalal, Certificadora Halal Brasil, Chaiboun Darwiche.

Entre os movimentos de oportunidades o CEO chama a atenção para o acesso ao mercado de consumidores muçulmanos, um público formado por 1,8 bilhão de pessoas espalhadas ao redor do mundo e que buscam produtos que estejam em linha às regras religiosas, ou seja, o Halal, permitido para consumo por estar de acordo com a Jurisprudência Islâmica. “Contudo, somente com a Certificação Halal emitida por uma certificadora credenciada a indústria passará a ter acesso a este mercado consumidor”, salienta Chaiboun Darwiche.

Atualmente, a indústria brasileira de chocolate exporta seus produtos para importantes blocos econômicos, como o Oriente Médio, Europa e África, por exemplo. “Em 2020 o Oriente Médio, liderado por Iêmem, Emirados Árabes Unidos e Palestina, comprou US$ 1,58 milhão. Aqui na SIILHalal vemos um crescimento pela procura por empresas fabricantes de chocolates interessadas neste consumidor e que querem estar em linha às exigências para acessar este mercado”, informa o CEO.

De acordo com ele, de janeiro a junho, o leque de empresas certificadas pela SIILHalal cresceu 15% sendo boa parte indústrias do segmento de chocolates.

Sobre a Siil Halal: Fundada em 1º de abril de 2008, a SIILHalal é uma empresa especializada em Serviço de Inspeção Islâmica que atua como Certificadora Halal para diversos segmentos industriais. O trabalho inicia na linha de produção até a embalagem de produtos permitidos para o consumo islâmico, bem como na fiscalização para que empresas, produtos e processos sejam fabricados dentro das normas e regras ditadas pelo Alcorão Sagrado e pela Jurisprudência Islâmica. Acesso ao vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=3UXnqgrnRUc


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