Qual é a sua fruta favorita? Uva, maçã, morango… Mas que tal uns abacaxis? E um que chega a pesar até 15 quilos? Sim, isso é possível e podem ser encontrados de diversos tamanhos e pesos no Acre, mais precisamente no município de Tarauacá, conhecido como “a terra do abacaxi gigante”.
Veja também: Goiaba tailandesa gigante pode chegar a mais de 1kg
Facebook Portal Agron; aqui você encontra todas as nossas matérias em um só lugar
Os abacaxis (Ananas comosus var. comosus) é uma fruta que tem uma longa história de domesticação e adaptação na região amazônica brasileira. Acredita-se que tenha sido inicialmente domesticado na Guiana Shield. O primeiro contato europeu com o abacaxi ocorreu em 1493, em Guadalupe, e ele já estava domesticado e havia sido disperso por toda a América tropical e subtropical de baixas altitudes.
Características particulares dos abacaxis, como sua reprodução assexuada, ampla adaptação a diferentes ambientes e evidências do início da agricultura na região amazônica no final do Pleistoceno, sugerem que sua domesticação começou entre 6.000 e 10.000 anos atrás. Esse processo levou a uma ampla variabilidade genética em numerosas cultivares morfologicamente diversas.
Embora a maioria das cultivares de abacaxi seja diploide, com 50 cromossomos, triploides de A. comosus var. comosus também têm sido observados.
Nesse contexto, surge o enigma do sítio no Acre, especificamente em Tarauacá, onde os abacaxis gigantes florescem. O “Gigante de Tarauacá”, também conhecido como “Arroba Tarauacá”, é uma cultivar nativa dessa região amazônica brasileira. Suas frutas possuem dimensões impressionantes, com cerca de 24,2 cm de comprimento por 18,2 cm de diâmetro e um peso médio de aproximadamente 4,4 kg. Essas características já são consideravelmente maiores e mais pesadas do que as cultivares tradicionalmente encontradas no mercado mundial de abacaxi.
Além disso, há relatos ainda mais surpreendentes, indicando que essa cultivar pode produzir frutas com peso de até 15 kg em solos férteis da região de Tarauacá. Essas peculiaridades despertaram curiosidade e levaram à investigação do genoma do Gigante de Tarauacá, a fim de entender a sua estrutura genética e possíveis diferenças em relação às outras cultivares de A. comosus.
Por meio de contagem cromossômica e citometria de fluxo, utilizando a cultivar diploide Pérola como controle, foi possível explorar a composição genômica desse abacaxi gigante. Essas análises permitiram obter insights valiosos sobre a ploidia e a variabilidade genética do Gigante de Tarauacá, contribuindo para a compreensão da evolução e adaptação dessa cultivar.
O enigma do sítio no Acre, onde abacaxis gigantes florescem, continua despertando o interesse de pesquisadores e entusiastas da fruticultura. A busca por respostas sobre a origem e as características genéticas do Gigante de Tarauacá nos leva a compreender melhor a incrível diversidade e potencialidades do abacaxi, essa fruta tropical que conquista paladares e encanta com sua forma exótica e sabor único.
Fonte: Texto gerado por ChatGPT, um modelo de linguagem desenvolvido pela OpenAI, com contribuições e correções adicionais da Equipe Agron. Imagem principal: Depositphotos/Meramente ilustrativa.
Veja 3 sinais de estresse em calopsitas que tutores confundem com atitudes normais e saiba…
Descubra os 6 horários de sol que estimulam a floração do maracujá-ornamental e evitam que…
A GrazeMate automatiza o manejo de gado com drones autônomos, reduz custos e gera dados…
O cruzamento entre Ankole e Nelore gerou o primeiro bezerro no Congo. Entenda o potencial,…
As paleotocas brasileiras revelam túneis de até 600 m feitos por preguiças-gigantes há mais de…
O Oxigênio da Terra pode começar a diminuir em 10 mil anos, diz estudo ligado…
This website uses cookies.
View Comments