Aranha mortal de 4 centímetros, responsável por mais de 1 mil ataques em MG em 3 anos; dicas para prevenção e identificação.
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Mais de 1.200 incidentes envolvendo aranhas-marrons foram registrados em Minas Gerais nos últimos três anos, de acordo com dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG). Esses aracnídeos, cuja picada pode resultar em sérios danos à saúde e até mesmo à vida, têm preocupado as autoridades de saúde.
Embora a maioria dos casos seja classificada como leve, a demora no atendimento médico pode agravar os sintomas. Luana Varela, referência técnica do Serviço de Proteômica e Aracnídeos da Fundação Ezequiel Dias (Funed), alerta que a picada, apesar de indolor, pode causar desde vermelhidão e inchaço até necrose na pele e complicações circulatórias e renais, podendo ser fatal se não tratada prontamente.
Para evitar consequências graves, é crucial buscar atendimento médico imediato em caso de picadas de aranhas-marrons. Em Belo Horizonte, o Hospital João XXIII é uma referência para esse tipo de assistência.
Identificar esses aracnídeos é essencial para prevenir encontros indesejados. As aranhas-marrons, do gênero Loxosceles, são reconhecidas pela coloração marrom a amarelo-acinzentado, seis olhos dispostos em três pares e uma mancha escura em forma de violino no cefalotórax. Geralmente pequenas, com até quatro centímetros de comprimento, essas aranhas produzem teias irregulares e podem ser encontradas tanto na natureza quanto em ambientes urbanos, como residências e materiais de construção acumulados.
Os sintomas de uma picada de aranha-marrom incluem lesões dolorosas e arroxeadas na pele, que podem evoluir para necrose. Embora casos graves sejam raros, é fundamental procurar tratamento médico adequado. Felizmente, o soro antiaracnídico está disponível em todo o Estado para combater os efeitos do veneno.
Para prevenir acidentes com aranhas-marrons, a Funed recomenda medidas simples, como evitar o acúmulo de entulhos e lixo, inspecionar roupas e calçados antes de usá-los e vedar frestas em assoalhos. Manter ralos fechados e afastar móveis das paredes também ajuda a reduzir o risco de encontros indesejados com esses aracnídeos.
Fonte: Texto gerado por ChatGPT, um modelo de linguagem desenvolvido pela OpenAI, com contribuições e correções adicionais do autor. Imagem principal: Depositphotos/Meramente ilustrativa.
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