O Projeto da Caixa Corta-Fogo recebe recursos da Fundect e tem o prazo de dois anos para entrega de resultados.
Facebook Portal Agron; Twitter Portal Agron; Grupo Whatsapp Portal Agron mantém você atualizado com as melhores matérias sobre o agronegócio brasileiro.
Veja também: Tudo sobre o impacto da reforma tributária no agro
A prevenção de incêndios no bioma Pantanal ganhou uma nova alternativa promissora, o projeto intitulado “A Caixa Corta-Fogo: Uma estratégia para a diminuição dos incêndios florestais no Pantanal de Mato Grosso do Sul”, desenvolvido pela professora de Geografia Ana Carolina Torelli Marquezini Faccin, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).
O projeto recebeu recursos da Fundect (Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul) específicos para pesquisadoras mulheres e tem um prazo de dois anos para conclusão. A ideia central é focar nas áreas rurais, principalmente em assentamentos, comunidades ribeirinhas e moradores da zona rural, oferecendo-lhes uma solução eficiente para a queima do lixo em local adequado.
A principal estratégia consiste na criação de uma “caixa corta-fogo”, um cubo oco com cerca de um metro de altura feito de metal resistente ao fogo. Com essa caixa, a população que não possui acesso regular à coleta de lixo poderá realizar queimadas controladas e evitar que essas queimas se espalhem e se transformem em incêndios florestais, contribuindo, assim, para a preservação do bioma.
É importante destacar que a diferença entre queimadas controladas e incêndios reside na capacidade de controle por parte dos responsáveis. Quando a queimada foge do controle, transforma-se em um incêndio, resultando em danos significativos ao meio ambiente.
Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) revelam que, até o dia 27 de julho de 2023, foram registrados 227 focos de incêndio no Pantanal. Os municípios de Corumbá, Rio Verde de Mato Grosso e Aquidauana lideram os números.
O projeto, que conta com o apoio de instituições locais como o Imasul e o Ibama, receberá um investimento de R$ 81 mil da Fundect, possibilitando a contratação de bolsistas e a participação de mais pessoas na execução. A professora Ana Faccin ressalta que o incentivo específico para pesquisadoras é de extrema importância para promover a paridade de gênero em áreas de pesquisa e desenvolvimento.
Formada em Geografia na Unicamp e pós-graduada na UFGD, Ana Faccin é uma pesquisadora dedicada ao estudo das vulnerabilidades dos biomas, especialmente do Pantanal, e está empenhada em promover soluções inovadoras para a preservação do meio ambiente. Com a Caixa Corta-Fogo, espera-se reduzir os incêndios florestais na região e contribuir para a conservação desse importante ecossistema.
Fonte: Texto gerado por ChatGPT, um modelo de linguagem desenvolvido pela OpenAI, com contribuições e correções adicionais do autor. Imagem principal: Depositphotos.
Este artigo explora o universo dos microverdes, destacando sua altíssima concentração nutricional e a facilidade…
Este artigo apresenta um guia completo sobre como montar um jardim seguro utilizando flores pet…
Este artigo explora o potencial da bactéria Chromobacterium spp. na agricultura, destacando sua eficácia como…
Este artigo explora os fatores técnicos e biológicos que determinam a qualidade dos ovos, com…
O artigo apresenta um guia completo sobre as principais espécies de suculentas, desde as mais…
O artigo explora as causas da perda de pelagem em cães e como a suplementação…
This website uses cookies.