soja e milho

Volume das exportações do MS de soja e milho em julho

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Exportações de soja e milho de Mato Grosso do Sul movimentam quase U$$ 200 milhões em junho.

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Volume embarcado da oleaginosa chegou a 281 mil toneladas, enquanto que o do cereal a 48 mil.

A Aprosoja/MS – Associação de Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso do Sul, divulgou a atualização das informações de exportação de grãos do mês de junho, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). No período, exportação de soja e milho movimentou mais de U$$ 198 milhões, em MS.

No cenário estadual, o volume de soja exportado no mês de junho foi de 281 mil toneladas, representando o valor de U$$ 180 milhões. Historicamente, o volume exportado em junho é o menor desde 2013. Quando comparado ao mesmo período do ano anterior o volume foi 57,6% menor, com redução de 39% no valor monetário. O destino da maior parte da soja sul-mato-grossense foi a China, com 78,5%; seguido da Argentina, com 8,8%; Coreia do Sul, com 5,6% e Tailândia, com 2%. 

A exportação de milho movimentou mais de U$$ 17 milhões, com volume de 48 mil toneladas.  No mesmo período de 2021, não houve exportação do grão. Em comparação a junho de 2019, ano com maior volume exportado em função da safra recorde, o estado apresenta redução de apenas 6,8%. Irã é o maior comprador, com 50,2%; seguido da Espanha, com 41,9% e de Portugal, com 7,6%.

No Brasil, o volume de soja exportando em junho foi superior a 10 milhões de toneladas, equivalente a U$$ 6,3 bilhões. Quando comparado ao mesmo período de 2021, o volume exportado apresentou redução de 9%, contudo, o valor monetário foi 19% superior em 2022. O principal destino da soja brasileira continua sendo a China, com 65%; seguido da Tailândia, com 4,2%; de Bangladesh, com 3,9%; Espanha e Países Baixos ambos com 3,2% cada, e Turquia, com 3%.

A exportação de milho no período contabilizou U$$ 338 milhões, com volume superior a 1 milhão de toneladas. Quando comparado com 2021, o volume apresentou aumento de 12 vezes, e o valor monetário bateu o recorde de 2019. O grão é destinado ao Irã, com 27% do volume; a Espanha, com 22%; ao Egito, com 15%; a Colômbia, com 10%; a Portugal, Vietnã e Venezuela, com 4% cada e a Arábia Saudita e Malásia, com 3% cada.

A coordenadora econômica da Aprosoja, Renata Farias, salienta que “o aumento do valor monetário da exportação brasileira de grãos de junho de 2022 em comparação ao mesmo período de 2021, se justifica pela elevação do preço disponível no mercado, que tem relação com a valorização do dólar e maior investimento estrangeiro no país”, finaliza.

Fonte: Datagro. Imagem principal: Depositphotos.

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