El Niño atinge ápice histórico em 2023: Previsões indicam transição para La Niña em 2024!
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O fenômeno El Niño, marcado por intensas alterações no Oceano Pacífico Tropical, está atingindo seu ápice em 2023 e logo começará a perder força, caminhando para a neutralidade no próximo outono. A grande interrogação que paira é se essa transição será seguida por uma La Niña.
Este fenômeno já se destaca como um dos cinco mais potentes registrados, embora não deva alcançar a categoria de Super Niño. De acordo com a última atualização da NOAA, as anomalias de temperatura da superfície do mar em diversas regiões do Pacífico mostraram valores bem acima da média, com destaque para a região do Niño 3.4, atingindo uma anomalia de +2°C, indicando um El Niño de grande intensidade.
Interessantemente, ao longo dos meses, a área com a maior anomalia de temperatura tem variado, com deslocamento para oeste. Esse fenômeno mostra a mutabilidade do El Niño ao longo do tempo.
Os prognósticos sugerem que o El Niño não ganhará mais força, mantendo-se na categoria de intensidade forte, com as anomalias em torno de +2°C. Observações recentes indicam até mesmo uma leve tendência de diminuição, ainda que discreta. Com isso, ele não deve alcançar o status de Super El Niño, mas permanecerá entre os cinco mais potentes, conforme os registros da NOAA.
Ao analisar as temperaturas em níveis mais profundos do Pacífico Tropical, observa-se uma área mais quente que o normal na porção central e leste. No entanto, desde o final de novembro, uma área mais fria tem se fortalecido na porção oeste e avançado para leste. A previsão é que essa região fria se misture às águas mais quentes, enfraquecendo as anomalias positivas de temperatura.
Com isso, os modelos meteorológicos indicam enfraquecimento do El Niño nos próximos meses, com grande probabilidade de encerrar em abril de 2024.
Além do El Niño, outros padrões oceânicos como o Dipolo do Oceano Índico e as temperaturas anormalmente quentes no Atlântico Norte têm impactado os padrões climáticos globais. Embora o El Niño deva perder força, o Atlântico Norte permanecerá mais quente que o normal no início de 2024, afetando as chuvas na região norte do Brasil e agravando as condições de seca na Amazônia.
As previsões indicam que o Atlântico Norte manterá as águas quentes no primeiro trimestre de 2024, assim como a porção tropical do Atlântico Sul. O oceano Índico também deve manter temperaturas acima do normal nos próximos três meses.
Quanto ao futuro após o El Niño, as previsões apontam para a continuação de anomalias positivas de temperatura até o segundo trimestre de 2024, seguido por um enfraquecimento e possível transição para uma fase neutra do ENOS. A probabilidade de La Niña aumenta nos trimestres seguintes, indicando uma possibilidade, embora ainda incerta, de sua formação após este El Niño forte.
Fonte: Texto gerado por ChatGPT, um modelo de linguagem desenvolvido pela OpenAI, com contribuições e correções adicionais do autor. Imagem principal: Depositphotos.
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