Da cria à postura, nutrição de galinhas poedeiras exige atenção especial

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As galinhas poedeiras, aves selecionadas geneticamente para a produção de ovos, precisam de dieta especial para garantir a alta produtividade.  “O melhoramento genético tem ajudado as aves a alcançarem o objetivo de produzir até 500 ovos por ave alojada até 100 semanas de idade. Por isso, é preciso ter atenção especial a todas as etapas de sua vida”, afirma Jhony Gilio, médico veterinário da Auster Nutrição Animal.

De acordo com o profissional, a primeira etapa da nutrição consiste na escolha adequada de diversos ingredientes essenciais, como milho, milheto, sorgo, farelo de soja, cloreto de sódio, bicarbonato de sódio, vitaminas e minerais, adsorventes, probióticos, óleo essenciais e ácidos orgânicos. “Além disso, é preciso seguir os protocolos estabelecidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), descritos na Instrução Normativa 4/2007, que define os procedimentos básicos de higiene e de boas práticas de fabricação para alimentos fabricados e industrializados para o consumo dos animais”, enfatiza.

Gilio reforça que os nutricionistas da Auster Nutrição Animal dão suporte aos avicultores, por meio de serviços e soluções tecnológicas, como a linha Númia, por exemplo, que “reúne os níveis ideais de vitaminas, minerais e aminoácidos para atender aos requerimentos exigidos pelas aves em cada etapa”, comenta o médico veterinário.

Exatamente para ter atenção a cada fase da vida da ave, o especialista da Auster ressalta que é fundamental contar com o suporte de um nutricionista, que estudará os níveis mais adequados para as aves, sendo elas: cria (idade: 01 e 56 dias) e recria (idade: 57 até 119 dias) e produção. 

Conheça mais sobre as fases:

Na cria, as aves demandam dietas com alto teor de proteínas e energia para dar suporte ao desenvolvimento dos sistemas imune e digestório. Além disso, nesse período as aves têm o maior ganho percentual de peso de todo o ciclo.

Já na recria, as aves necessitam de níveis elevados de fibras, para dar tônus e maturidade para o sistema digestório. Porém, continua sendo essencial o atendimento dos demais níveis da dieta.

E, na produção, quando as aves já atingiram a maturidade sexual, o ciclo precisa ser novamente fracionado. A dieta pré-postura, considerada a partir das 18 semanas até as aves atingirem percentual de no máximo 2% de produção de ovos, demanda teor médio de proteína, energia e fibra, porém é essencial o aumento das fontes de cálcio, que saltam de 1% para no mínimo 2,5% na dieta.

Já na dieta pico, considerada a partir dos 2% até as aves ganharem estabilidade no pico de produção – que pode chegar a 98% de produtividade diária –, as fontes de energia e proteínas continuam estáveis devido ao aumento de produtividade e as aves estarem finalizando sua maturidade física. “Os teores de cálcio são necessários para sua compensação. Na fase final do período produtivo, as aves que já estão desenvolvidas e apenas fazem acúmulo de reserva e gordura, sendo necessários aportes das fontes de cálcio”, conclui o médico veterinário da Auster Nutrição Animal, reforçando a atenção à nutrição para dar às aves a condição para produzir esse alimento saudável e de alta qualidade.


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