Cotação do milho volta a cair

Com demanda enfraquecida, cotação do milho volta a cair.

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Veja também: Valorização expressiva da soja marca o início da semana

Após duas semanas de aumento, os preços internos e externos do milho voltaram a cair, de acordo com informações do Cepea. Em algumas regiões acompanhadas pelo centro de estudos, como Mogiana (SP), Norte do Paraná e Dourados (MS), os valores médios de junho atingiram os patamares mais baixos do ano.

O Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) registra uma média mensal atual que é a menor desde maio de 2019, em termos reais, levando em consideração a deflação pelo IGP-DI de maio/23. Na segunda-feira (3), a cotação do Milho (saca de 60 kg, à vista) atingiu R$ 55,53.

Segundo os pesquisadores do Cepea, essa queda nos preços é reflexo do avanço da colheita da segunda safra, que, embora esteja atrasada em comparação com a temporada anterior, está ganhando ritmo e deve ser intensificada na segunda quinzena de julho. Com isso, a demanda pelo cereal enfraqueceu, com compradores realizando negociações pontuais apenas quando há necessidade.

No mercado da soja, as cotações do óleo de soja estão em alta tanto no mercado externo quanto no doméstico. Segundo os pesquisadores do Cepea, essa tendência está relacionada às expectativas de uma demanda firme por parte do setor de biodiesel.

Quanto à oferta, a Argentina, maior exportadora mundial de óleo de soja, prevê disponibilizar apenas 3,75 milhões de toneladas do produto nesta temporada, de acordo com estimativas do USDA. Essa quantidade é a mais baixa em 22 anos e é resultado da quebra na produção de soja no país, devido às condições climáticas desfavoráveis durante o período de cultivo.

Consequentemente, espera-se uma maior procura global pelo derivado nos Estados Unidos e no Brasil, o que pode intensificar a disputa entre consumidores domésticos e externos. O USDA projeta que a demanda interna de ambos os países seja recorde na safra 2022/23.

Fonte: Texto gerado por ChatGPT, um modelo de linguagem desenvolvido pela OpenAI, com contribuições e correções adicionais da Equipe Agron. Imagem principal: Depositphotos.

Douglas Carreson

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