Manter os animais bem nutridos é uma importante ferramenta para reduzir prejuízos da mastite subclínica

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Pesadelo dos produtores de leite, a mastite age de diferentes maneiras. Edemas nas glândulas mamárias, febre e aspecto anormal do leite são alguns dos principais sintomas da doença, que é recorrente na atividade. “Os produtores sabem que precisam estar atentos aos sinais, mas a manifestação subclínica da mastite pode passar despercebida no primeiro momento e, aí, é certeza de prejuízos para A produtividade”, explica Gabriel Silva, Assistente Técnico Comercial da Auster Nutrição Animal.

A mastite subclínica causa redução da produção de leite no curto e longo prazos, o que torna essa forma de manifestação da doença muito importante economicamente, pois representa de 90% a 95% dos casos de mastite.

Gabriel Silva ressalta que diversos fatores podem relativizar o quão prejudicial a mastite pode ser para o resultado econômico da propriedade, já que oferta do leite e custo da alimentação e dos medicamentos influenciam diretamente na conta. Ele estima perdaS entre 10% e 30% da produtividade por lactação, variando também por gravidade e duração da infecção.

O micro-organismo causador da mastite é outro ponto crucial para determinar a efetividade do tratamento e, consequentemente, a duração da infecção e seu impacto na produção leiteira. O especialista da Auster informa que, em casos crônicos, a mastite está associada ao treptococcus agalactiae: bactéria Gram-positiva, encontrada principalmente no interior da glândula mamária; já nos casos menos agressivos, costuma ser causada por Escherichia coli.

“Nos casos subclínicos faz-se necessária a realização de exames complementares para detecção da bactéria, como o California Mastits Test (CMT) e a Contagem de Células Somáticas (CCS). Também é possível fazer exames de detecção do agente causador da doença por meio do isolamento e cultivo em placas”.

A Auster Nutrição Animal oferece um amplo portfólio de soluções para as diferentes fases de criação, contribuindo, dessa forma, para o bom desenvolvimento dos animais e consequente resistência do organismo aos inimigos da produtividade, como a mastite. É o caso da linha Nattimilk, composta por alimentos lácteos completos para a criação das bezerras saudáveis e com bom desempenho. O resultado é a produção de leite com segurança, sem patógenos ou carga alta de CCS.

A linha Númia, para suplementação mineral vitamínico, é essencial para a boa saúde e os bons índices produtivos e reprodutivos. Já a linha Prius – gordura de terceira geração de soja – auxilia no adensamento energético da dieta, principalmente para vacas do período de transição e pico de leite, momento de maior desafio e retorno econômico da propriedade. “A Auster também oferece o programa Gerenciamento 360, ferramenta exclusiva para o equilíbrio nutricional e a redução das doenças metabólicas do rebanho, auxiliando para a melhoria de índices de produção, reprodução e saúde das vacas”, conclui Gabriel Silva.


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